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Sarbanes-Oxley 2002 Em decorrência das fraudes financeiras e contábeis que ocorreram em tempos recentes, foi aprovada a Lei Sarbanes-Oxley pelo Congresso dos EUA. Essa lei pretende criar novos padrões de conduta e de disclosure para as empresas em relação aos seus investidores e acionistas. Certamente irá contribuir para uma melhoria em regras de gestão e transparência das empresas, com intuito de evitar irregularidades. Mas vale sempre lembrar que a legislação de mercado de capitais e societária, nos EUA já era bastante complexa antes das fraudes. Com procedimentos complexos de contabilidade e finanças, desenvolvidos ao longo de toda a evolução do Mercado de Capitais. O problema que se verificou era de outra natureza, a confiabilidade e clareza dos dados apresentados em diversos relatórios. Inegavelmente não foi por falta de documentos apresentados, sejam financeiros, jurídicos ou contábeis, mas sim sua coerência com a realidade da empresa. Neste contexto surgiu a Lei Sarbanes-Oxley para organizar e gerar estabilidade para evolução do Mercado de Capitais. Assim, as regras que surgiram, englobam principalmente punições, disclosure adequado de informações, veracidade, e acesso democrático às informações relevantes da empresa. Governança Corporativa A Governança Corporativa surge neste contexto, de cuidado amplo com o gerenciamento da empresa. Separando-se os objetivos da empresa das particularidades do time de administradores. Evitando-se assim a confusão na administração, já que deve prevalecer sempre, a defesa das diretrizes da empresa em primeiro lugar. O conceito de Governança insere-se num contexto de Sarbanes-Oxley e de luta por qualidade em todos os segmentos e atividades. Não podia ser diferente também no âmbito da administração da empresa, com a busca de qualidade e excelência de gestão.
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