TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM Nº 481, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009 COM AS
ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 552/14, 561/15, 565/15, 567/15
E 594/17.

Dispõe sobre informações e pedidos públicos de
procuração para exercício do direito de voto em
assembléias de acionistas.
Dispõe sobre informações, pedidos públicos de
procuração, participação e votação a distância em
assembleias de acionistas.
 Ementa com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.

A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS – CVM torna público que o
colegiado, em reunião realizada em 8 de dezembro de 2009, com fundamento no disposto nos arts. 8º, I e
III, e 22, §1º, I, da Lei no
6.385, de 7 de dezembro de 1976, e art. 126, § 2o
, da Lei no
6.404, de 15 de
dezembro de 1976, aprovou a seguinte Instrução:
CAPÍTULO I – DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º Esta Instrução disciplina os seguintes assuntos relacionados às assembléias gerais e
especiais de acionistas de companhias abertas:
I – informações que devem acompanhar os anúncios de convocação;
II – informações e documentos relativos às matérias a serem deliberadas; e
III – pedidos públicos de procuração para exercício do direito de voto.
II – informações e documentos relativos às matérias a serem deliberadas;
III – participação e votação a distância; e
 Incisos II e III com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
IV – pedidos públicos de procuração para exercício do direito de voto.
 Inciso IV incluído pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
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Parágrafo único. Esta Instrução se aplica exclusivamente a companhias abertas que possuam ações
admitidas a negociação em mercados regulamentados.
Parágrafo único. Esta Instrução se aplica exclusivamente a companhias abertas registradas na
categoria A e autorizadas por entidade administradora de mercado à negociação de ações em bolsa de
valores.
 Parágrafo único com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
§ 1º Esta Instrução se aplica exclusivamente a companhias abertas registradas na categoria A e
autorizadas por entidade administradora de mercado à negociação de ações em bolsa de valores.
 § 1º incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
§ 2º O disposto nesta Instrução não se aplica às companhias abertas que não possuam ações em
circulação, assim consideradas as ações da companhia, com exceção das de titularidade do controlador,
das pessoas a ele vinculadas, dos administradores da companhia e daquelas mantidas em tesouraria.
 § 2º incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
§ 3º Para efeitos do § 2º, pessoa vinculada significa a pessoa natural ou jurídica, fundo ou
universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse da pessoa ou entidade a qual se
vincula.
 § 3º incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
Art. 2º As informações e documentos fornecidos aos acionistas nos termos desta Instrução:
I – devem ser verdadeiros, completos e consistentes;
II – devem ser redigidos em linguagem clara, objetiva e concisa; e
III – não devem induzir o acionista a erro.
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CAPÍTULO II – ANÚNCIOS DE CONVOCAÇÃO
Art. 3º O anúncio de convocação deve enumerar, expressamente, na ordem do dia, todas as
matérias a serem deliberadas na assembléia.
Parágrafo único. É vedada a utilização da rubrica “assuntos gerais” para matérias que dependam de
deliberação assemblear.
Art. 4º O percentual mínimo de participação no capital votante necessário à requisição da adoção
de voto múltiplo deve constar, obrigatoriamente, do anúncio de convocação de assembléias destinadas à
eleição de membros do conselho de administração.
Art. 5º O anúncio de convocação deve listar os documentos exigidos para que os acionistas sejam
admitidos à assembléia.
§ 1º A companhia pode solicitar o depósito prévio dos documentos mencionados no anúncio de
convocação, se o estatuto o exigir.
§ 2º O acionista que comparecer à assembléia munido dos documentos exigidos pode participar e
votar, ainda que tenha deixado de depositá-los previamente.
CAPÍTULO III – INFORMAÇÕES E DOCUMENTOS
Art. 6º A companhia deve tornar disponíveis aos acionistas, por meio de sistema eletrônico na
página da CVM na rede mundial de computadores:
I – as informações e documentos previstos nos demais artigos deste Capítulo III; e
I – as informações e documentos previstos nos demais artigos deste Capítulo III e no Capítulo III-A;
e
 Inciso I com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
II – quaisquer outras informações e documentos relevantes para o exercício do direito de voto em
assembléia.
Parágrafo único. Os documentos e informações devem ser fornecidos até a data da publicação do
primeiro anúncio de convocação da assembléia, exceto se a Lei no
6.404, de 1976, esta Instrução ou outra
norma da CVM estabelecer prazo maior.
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Art. 7º O diretor de relações com investidores é responsável pelo fornecimento das informações e
documentos exigidos da companhia neste Capítulo III e pelo cumprimento, por parte da companhia, do
disposto no art. 2º desta Instrução.
Art. 7° O diretor de relações com investidores é responsável pelo fornecimento das informações e
documentos exigidos da companhia no Capítulo III e no Capítulo III-A, bem como pelo cumprimento, por
parte da companhia, do disposto no art. 2º desta Instrução.
Caput com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
§ 1º Os acionistas controladores e os demais administradores devem fornecer, em tempo hábil,
todas as informações e documentos necessários para que o diretor responsável cumpra as disposições
desta Instrução.
§ 2º A obrigação prevista no § 1º alcança também os acionistas não controladores e os membros do
conselho fiscal, caso solicitem à administração que convoque a assembléia geral ou o façam diretamente,
nas hipóteses previstas no parágrafo único do art. 123 da Lei nº 6.404, de 1976.
§ 2º A obrigação prevista no § 1º alcança também:
I – os membros do conselho fiscal, caso solicitem à administração que convoque a assembleia geral
ou o façam diretamente, nas hipóteses previstas no parágrafo único do art. 123 da Lei nº 6.404, de 1976; e
II – os acionistas não controladores, nos casos referidos no inciso anterior e quando solicitem a
inclusão de propostas no boletim de voto a distância, conforme Seção IV do Capítulo III-A desta
Instrução.
 § 2º com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
§ 3º Os acionistas, administradores e membros do conselho fiscal são responsáveis perante a CVM
pelas informações que fornecerem à companhia nos termos dos §§ 1º e 2º deste artigo.
 § 3º incluído pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
Art. 8º Sempre que uma parte relacionada, tal como definida pelas regras contábeis que tratam
desse assunto, tiver interesse especial na aprovação de uma matéria submetida à assembléia, a companhia
deve fornecer aos acionistas, no mínimo, os seguintes documentos e informações:
I – nome e qualificação da parte relacionada interessada;
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II – natureza da relação da parte relacionada interessada com a companhia;
III – quantidade de ações e outros valores mobiliários emitidos pela companhia que sejam de
titularidade da parte relacionada interessada, direta ou indiretamente;
IV – eventuais saldos existentes, a pagar e a receber, entre as partes envolvidas;
V – descrição detalhada da natureza e extensão do interesse em questão;
VI – recomendação da administração acerca da proposta, destacando as vantagens e desvantagens
da operação para a companhia; e
VII – caso a matéria submetida à aprovação da assembléia seja um contrato sujeito às regras do art.
245 da Lei nº 6.404, de 1976:
a) demonstração pormenorizada, elaborada pelos administradores, de que o contrato observa
condições comutativas, ou prevê pagamento compensatório adequado; e
b) análise dos termos e condições do contrato à luz dos termos e condições que prevalecem no
mercado.
Art. 9º A companhia deve fornecer, até 1 (um) mês antes da data marcada para realização da
assembléia geral ordinária, os seguintes documentos e informações:
I – relatório da administração sobre os negócios sociais e os principais fatos administrativos do
exercício findo;
II – cópia das demonstrações financeiras;
III – comentário dos administradores sobre a situação financeira da companhia, nos termos do item
10 do formulário de referência;
IV – parecer dos auditores independentes; e
IV – parecer dos auditores independentes;
 Inciso IV com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
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V – parecer do conselho fiscal, inclusive votos dissidentes, se houver.
V – parecer do conselho fiscal, inclusive votos dissidentes, se houver; e
 Inciso V com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
VI – o boletim de voto a distância, a que se refere o art. 21-F.
 Inciso VI incluído pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
§ 1º Até a data prevista no caput, a companhia deve fornecer ainda os seguintes documentos:
Parágrafo único. Até a data prevista no caput, a companhia deve fornecer ainda os seguintes
documentos:
 Parágrafo único com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
I – formulário de demonstrações financeiras padronizadas – DFP;
II – proposta de destinação do lucro líquido do exercício que contenha, no mínimo, as informações
indicadas no Anexo 9-1-II à presente Instrução; e
III – parecer do comitê de auditoria, se houver.
Art. 10 Sempre que a assembléia geral for convocada para eleger administradores ou membros do
conselho fiscal, a companhia deve fornecer, no mínimo, as informações indicadas nos itens 12.6 a 12.10
do formulário de referência, relativamente aos candidatos indicados ou apoiados pela administração ou
pelos acionistas controladores.
Art. 10. Sempre que a assembleia geral for convocada para eleger administradores ou membros do
conselho fiscal, a companhia deve fornecer, no mínimo, as informações indicadas nos itens 12.5 a 12.10
do formulário de referência, relativamente aos candidatos indicados ou apoiados pela administração ou
pelos acionistas controladores.
 Art. 10. Com redação dada pela Instrução CVM nº 552, de 9 de outubro de 2014.
Art. 10. Sempre que a assembleia geral for convocada para eleger administradores ou membros do
conselho fiscal, a companhia deve fornecer:
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I – no mínimo, as informações indicadas nos itens 12.5 a 12.10 do formulário de referência,
relativamente aos candidatos indicados ou apoiados pela administração ou pelos acionistas controladores;
e
II – o boletim de voto a distância, nas hipóteses a que se refere o art. 21-A.
Art. 10. Com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
Art. 11. Sempre que a assembléia geral for convocada para reformar o estatuto, a companhia deve
fornecer, no mínimo, os seguintes documentos e informações:
I – cópia do estatuto social contendo, em destaque, as alterações propostas; e
II – relatório detalhando a origem e justificativa das alterações propostas e analisando os seus
efeitos jurídicos e econômicos.
Art. 12. Sempre que a assembléia geral dos acionistas for convocada para fixar a remuneração dos
administradores, a companhia deve fornecer, no mínimo, os seguintes documentos e informações:
I – a proposta de remuneração dos administradores; e
II – as informações indicadas no item 13 do formulário de referência.
Art. 13. Sempre que a assembléia geral dos acionistas for convocada para aprovar plano de
remuneração com base em ações, a companhia deve fornecer, no mínimo, as informações indicadas no
Anexo 13 à presente Instrução.
Art. 14. Sempre que a assembléia geral dos acionistas for convocada para deliberar sobre aumento
de capital, a companhia deve fornecer aos investidores, no mínimo, as informações indicadas no Anexo
14 à presente Instrução.
Art. 15. Sempre que a assembléia geral dos acionistas for convocada para deliberar sobre emissão
de debêntures ou bônus de subscrição, a companhia deve fornecer, no mínimo, as informações indicadas
no Anexo 15 à presente Instrução.
Art. 16. Sempre que a assembléia geral dos acionistas for convocada para deliberar sobre a redução
de capital, a companhia deve fornecer, no mínimo, as informações indicadas no Anexo 16 à presente
Instrução.
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Art. 17. Sempre que uma assembléia de acionistas, geral ou especial, for convocada para deliberar
sobre a criação de ações preferenciais ou alteração nas preferências, vantagens ou condições de resgate ou
amortização das ações preferenciais, a companhia deve fornecer, no mínimo, as informações indicadas no
Anexo 17 à presente Instrução.
Art. 18. Sempre que a assembléia geral dos acionistas for convocada para deliberar sobre redução
do dividendo obrigatório, a companhia deve fornecer, no mínimo, os seguintes documentos e
informações:
I – descrição pormenorizada das razões para a redução do dividendo obrigatório; e
II – tabela comparativa indicando os seguintes valores por ação de cada espécie e classe:
a) dividendo obrigatório e dividendo total aprovado, incluindo juros sobre capital próprio, nos 3
(três) últimos exercícios; e
b) dividendo obrigatório, incluindo juros sobre capital próprio, que teria sido aprovado nos 3 (três)
últimos exercícios caso a nova redação do estatuto social estivesse em vigor.
Art. 19. Sempre que a assembléia geral for convocada para deliberar sobre aquisição do controle de
outra sociedade, a companhia deve fornecer, no mínimo, as informações indicadas no Anexo 19 à
presente Instrução.
Art. 20. Sempre que a matéria deliberada em assembléia geral der ensejo a direito de recesso, a
companhia deve fornecer, no mínimo, as informações indicadas no Anexo 20 à presente Instrução.
Art. 20-A. Sempre que a assembleia geral for convocada para deliberar sobre fusão, cisão,
incorporação e incorporação de ações envolvendo pelo menos um emissor de valores mobiliários
registrado na categoria A, a companhia deve fornecer, no mínimo, as informações indicadas no Anexo
20-A.
Parágrafo único. As operações de aumento ou a redução de capital decorrentes da fusão, cisão,
incorporação ou incorporação de ações de que trata o caput não estão sujeitas às obrigações previstas nos
arts. 14 e 16 da presente Instrução.
 Art. 20-A. incluído pela Instrução CVM nº 565, de 15 de junho de 2015.
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Art. 20-B. Sempre que a assembleia geral for convocada para deliberar sobre a negociação, pela
companhia, das ações de sua própria emissão ou a realização de operações com instrumentos derivativos
referenciados em tais ações, a companhia deve fornecer, no mínimo, as informações indicadas no Anexo
20-B à presente Instrução.
 Art. 20-B. incluído pela Instrução CVM nº 567, de 17 de setembro de 2015.
Art. 21. Sempre que a assembléia geral for convocada para escolher avaliadores, a companhia deve
fornecer, no mínimo, as informações indicadas no Anexo 21 à presente Instrução.
CAPÍTULO III-A – VOTAÇÃO A DISTÂNCIA
Seção I – Regras Gerais
Art. 21-A. O acionista pode exercer o voto em assembleias gerais por meio do preenchimento e
entrega do boletim de voto a distância.
§ 1° Até 1 (um) mês antes da data marcada para a realização da assembleia, a companhia deve
disponibilizar o boletim de voto a distância:
I – por ocasião da assembleia geral ordinária; e
I – por ocasião da assembleia geral ordinária;
 Inciso I com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
II – sempre que a assembleia geral for convocada para deliberar sobre a eleição de membros:
a) do conselho fiscal; ou
b) do conselho de administração, quando a eleição se fizer necessária por vacância da maioria dos
cargos do conselho, por vacância em conselho que tiver sido eleito por voto múltiplo ou para
preenchimento das vagas dedicadas à eleição em separado de que tratam os arts. 141, § 4º, e 239 da Lei nº
6.404, de 1976.
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II – sempre que a assembleia geral for convocada para deliberar sobre a eleição de membros:
a) do conselho fiscal; ou
b) do conselho de administração, quando a eleição se fizer necessária por vacância da maioria dos
cargos do conselho, por vacância em conselho que tiver sido eleito por voto múltiplo ou para
preenchimento das vagas dedicadas à eleição em separado de que tratam os arts. 141, § 4º, e 239 da Lei nº
6.404, de 1976; e
 Inciso II com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
III – sempre que a assembleia geral extraordinária for convocada para ocorrer na mesma data
marcada para a assembleia geral ordinária.
 Inciso III incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
§ 2° Sem prejuízo do disposto no inciso II do § 1°, a companhia pode disponibilizar o boletim de
voto a distância por ocasião de qualquer assembleia geral extraordinária, observados os prazos e
condições estabelecidos neste Capítulo III-A, exceto pela Seção IV.
§ 3º O boletim de voto a distância pode ser reapresentado pela companhia:
I – até 20 (vinte) dias antes da data marcada para realização da assembleia para a inclusão de
candidatos indicados ao conselho de administração e ao conselho fiscal na forma do art. 21-L; ou
II – em situações excepcionais, para correção de erro relevante que prejudique a compreensão da
matéria a ser deliberada pelo acionista, ou para adequação da proposta ao disposto na regulação ou no
estatuto social.
 § 3º incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
§ 4º Na hipótese do inciso I do § 3º, exceto se o acionista encaminhar nova instrução de voto, os
votos por ele já conferidos a candidatos incluídos no boletim anteriormente divulgado devem ser
considerados válidos.
 § 4º incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
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§ 5º Na hipótese do inciso II do § 3º, os votos já conferidos pelo acionista à proposta afetada devem
ser considerados inválidos.
 § 5º incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
§ 6º A reapresentação do boletim de voto a distância deve ser imediatamente divulgada ao mercado
pela companhia, informando:
I – o motivo da reapresentação e as propostas do boletim que foram alteradas;
II – que os votos já conferidos à deliberação alterada serão considerados inválidos, caso a
reapresentação se realize na hipótese do inciso II do § 3º;
III – a data limite para que o acionista, caso queira, encaminhe nova instrução de voto; e
IV – que, para evitar que sua instrução de voto possa ser considerada conflitante, é recomendável
que o acionista encaminhe sua eventual nova instrução para o mesmo prestador de serviço anteriormente
utilizado.
 § 6º incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
Art. 21-B. O boletim de voto a distância deve ser recebido até 7 (sete) dias antes da data da
assembleia e pode ser enviado pelo acionista:
I – diretamente à companhia, por correio postal ou eletrônico, conforme orientações contidas no
item 12.2 do formulário de referência; ou
II – por transmissão de instruções de preenchimento para prestadores de serviço aptos a prestar
serviços de coleta e transmissão de instruções de preenchimento do boletim de voto a distância, a saber:
a) o custodiante do acionista, caso as ações estejam depositadas em depositário central; ou
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b) a instituição financeira contratada pela companhia para prestação dos serviços de escrituração de
valores mobiliários, nos termos dos arts. 27 e 34, § 2°, da Lei nº 6.404, de 1976, e da regulamentação
específica sobre o assunto, caso as ações não estejam depositadas em depositário central.
§ 1º Somente custodiantes e escrituradores que sejam participantes de depositário central podem
prestar serviços de coleta e transmissão de instruções de preenchimento do boletim de voto a distância.
§ 2º Se for operacionalmente possível, as companhias e os prestadores de serviço podem conceder
aos acionistas prazo mais benéfico que o estabelecido no caput para o recebimento das instruções de
preenchimento ou boletim de voto a distância, desde que:
I – divulguem o prazo limite para o recebimento das instruções de preenchimento ou boletim de
voto a distância:
a) em suas páginas na rede mundial de computadores, no caso dos prestadores de serviços; e
b) no item 4 do boletim de voto a distância, no caso das companhias; e
II – o façam indiscriminadamente para todos os acionistas.
§ 3º O depositário central pode definir regras e procedimentos operacionais de organização e
funcionamento das atividades relacionadas à coleta e transmissão de instruções de preenchimento do
boletim de voto a distância nos termos da regulamentação específica sobre o assunto.
§ 4º A prestação do serviço de coleta e transmissão de instruções de preenchimento de boletim de
voto a distância é obrigatória para escrituradores e depositários centrais e facultativa para custodiantes.
§ 5º As companhias abertas que não contratem instituição financeira para prestação dos serviços de
escrituração de valores mobiliários devem cumprir as obrigações atribuídas aos escrituradores por este
Capítulo.
Art. 21-C. Sem prejuízo do disposto no art. 21-B, a companhia pode disponibilizar aos acionistas
sistema eletrônico para:
I – o envio do boletim de voto a distância; ou
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II – a participação a distância durante a assembleia.
§1º O sistema eletrônico a que se refere o caput deve assegurar, no mínimo:
I – o registro de presença dos acionistas; e
II – o registro dos respectivos votos.
§2º Caso disponibilize sistema eletrônico para participação a distância durante a assembleia, a
companhia deve dar ao acionista as seguintes alternativas:
I – de simplesmente acompanhar a assembleia, caso já tenha enviado o boletim de voto a
distância; ou
II – de acompanhar e votar na assembleia, situação em que todas as instruções de voto recebidas por
meio de boletim de voto a distância para aquele acionista, identificado por meio do número de sua
inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ,
devem ser desconsideradas.
§3º O disposto no §2º não impede que as companhias transmitam suas assembleias gerais em
meios de comunicação de amplo acesso, como a rede mundial de computadores.
Art. 21-D. A companhia pode contratar terceiros para administrar, em seu nome, o recebimento,
processamento e disponibilização de meios para exercício do voto a distância, mas permanece
responsável pelo cumprimento do disposto nesta Instrução.
Art. 21-E. A companhia, o escriturador e o custodiante são obrigados a manter, pelo prazo mínimo
de 5 (cinco) anos, ou por prazo superior por determinação expressa da CVM, em caso de processo
administrativo, as instruções de preenchimento ou os boletins de voto a distância recebidos nos termos
desta Seção.
Seção II – Boletim de Voto a Distância
Art. 21-F. O boletim de voto a distância é documento eletrônico cuja forma reflete o Anexo 21-F.
§ 1° O boletim de voto a distância deve conter:
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I – todas as matérias constantes da agenda da assembleia geral a qual se refere;
II – orientações sobre a possibilidade de envio direto à companhia e menção à possibilidade de
utilização de prestadores de serviços autorizados;
III – orientações sobre o seu envio por correio postal ou eletrônico, quando o acionista optar por
enviá-lo diretamente à companhia;
IV – orientações sobre as formalidades necessárias para que o voto enviado diretamente à
companhia seja considerado válido, observado o disposto nos §§ 2º e 3º do art. 30, no que couber.
§ 2° Além de orientações para recebimento por correio postal ou eletrônico, a companhia deve
inserir no boletim de voto a distância orientações sobre o sistema eletrônico de participação em
assembleia, caso admita tal forma de participação.
§ 3° A companhia deve disponibilizar aos acionistas o boletim de voto a distância em versão
passível de impressão e preenchimento manual, por meio de sistema eletrônico na página da CVM e
também em sua própria página na rede mundial de computadores.
§ 4° As informações e documentos previstos nos arts. 8° a 21 desta Instrução devem ser
disponibilizados na mesma data da divulgação do boletim de voto a distância.
Art. 21-G. A descrição das matérias a serem deliberadas em assembleia no boletim de voto a
distância:
I – deve ser elaborada com linguagem clara, objetiva e que não induza o acionista a erro;
II – deve conter, no máximo, 2.100 (dois mil e cem) caracteres, incluindo espaços, por matéria a ser
deliberada;
III – deve ser formulada como uma proposta e indicar o seu autor, de modo que o acionista precise
somente aprová-la, rejeitá-la ou abster-se;
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IV – pode conter indicações de páginas na rede mundial de computadores nas quais as propostas
estejam descritas de maneira mais detalhada ou que contenham os documentos previstos nos arts. 8° a 21
desta Instrução, informações complementares e traduções para outros idiomas.
§ 1° A administração da companhia pode retirar da ordem do dia matérias que tenham sido
propostas pela companhia ou pelo controlador a qualquer tempo, inclusive após a divulgação do boletim
de voto a distância, desde que comunique a retirada ao mercado, justificando as razões que levaram a tal
medida.
§ 2° Os votos que já tiverem sido conferidos a uma proposta de deliberação retirada serão
desconsiderados.
Seção III – Eleição de Membros do Conselho de Administração e Membros do Conselho
Fiscal
Art. 21-H. O boletim de voto a distância que tratar da eleição de membro do conselho de
administração deve dar ao acionista a opção de indicar se deseja participar da eleição geral ou da eleição
em separado de que tratam os arts. 141, § 4º, e 239 da Lei nº 6.404, de 1976.
Art. 21-I. Quando se tratar de eleição geral de membros do conselho de administração, o boletim de
voto a distância deve:
I – ser formulado conforme o inciso III do art. 21-G, caso exista somente uma chapa;
II – dar ao acionista a opção de votar em uma das chapas, caso exista disputa entre várias chapas;
III – dar ao acionista a possibilidade de votar em tantos candidatos quanto for o número de vagas a
serem preenchidas, caso exista disputa entre diversos candidatos;
IV – dar ao acionista a opção de requerer a adoção do processo de voto múltiplo para eleição do
conselho de administração, nos termos do art. 141 da Lei nº 6.404, de 1976; e
V – dar ao acionista a possibilidade de indicar qual porcentagem dos votos será alocada para cada
um dos candidatos, caso o voto múltiplo já tenha sido requerido.
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Parágrafo único. O boletim de voto a distância deve dar ao acionista a possibilidade de alocar seus
votos, expressando-os em forma percentual, entre os candidatos escolhidos na forma dos incisos I a III,
caso o voto múltiplo venha a ser solicitado após a data de disponibilização do boletim de voto a distância.
Art. 21-J. O boletim de voto a distância deve dar ao acionista a opção de, caso se verifique que nem
os titulares de ações com direito a voto nem os titulares de ações preferenciais sem direito a voto ou com
voto restrito perfizeram, respectivamente, o quórum exigido nos incisos I e II do § 4° do art. 141 da Lei nº
6.404, de 1976, agregar seus votos aos das outras classes de ações, atribuindo-se todos os votos proferidos
por tais acionistas ao candidato que individualmente tenha obtido o maior número de votos dentre aqueles
que disputavam, no boletim de voto a distância, as vagas nas eleições em separado.
Art. 21-K. O boletim de voto a distância que tratar da eleição de membro do conselho fiscal deve:
I – ser formulado conforme o inciso III do art. 21-G, caso exista somente uma chapa;
II – dar ao acionista a opção de votar em uma das chapas, caso exista disputa entre várias chapas;
III – dar ao acionista a possibilidade de votar em tantos candidatos quanto for o número de vagas a
serem preenchidas, caso exista disputa entre diversos candidatos;
IV – dar ao acionista a opção de indicar se deseja participar da eleição geral ou da eleição em
separado de que tratam os arts. 161, § 4º, e 240 da Lei nº 6.404, de 1976.
Parágrafo único. Ainda que não trate da eleição de membro do conselho fiscal, o boletim de voto a
distância deve dar ao acionista a opção de solicitar a instalação do conselho fiscal, nos termos do art. 161
da Lei nº 6.404, de 1976, quando a companhia não tiver um conselho fiscal de funcionamento
permanente.

Seção IV – Pedido de Inclusão de Propostas no Boletim de Voto a Distância
Art. 21-L. Os acionistas da companhia podem incluir:
I – candidatos ao conselho de administração e ao conselho fiscal da companhia no boletim de voto a
distância, observados os percentuais de determinada espécie de ações previstos no Anexo 21-L-I; e
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II – propostas de deliberação no boletim de voto a distância disponibilizado por ocasião da
assembleia geral ordinária, observados os percentuais do capital social previstos no Anexo 21-L-II.
§ 1° A solicitação de inclusão de que trata o caput deve ser recebida pelo diretor de relações com
investidores, por escrito e conforme orientações contidas no item 12.2 do formulário de referência, no
período entre:
I – o primeiro dia útil do exercício social em que se realizará a assembleia geral e até 45 (quarenta e
cinco) dias antes da data de sua realização, na hipótese de assembleia geral ordinária; ou
II – o primeiro dia útil após a ocorrência de evento que justifique a convocação de assembleia geral
para eleição de membros do conselho de administração e do conselho fiscal e até 35 (trinta e cinco) dias
antes da data de realização da assembleia, na hipótese de assembleia geral extraordinária convocada para
esse fim.
§ 1° A solicitação de inclusão de que trata o caput deve ser recebida pelo diretor de relações com
investidores, por escrito e conforme orientações contidas no item 12.2 do formulário de referência:
I – na hipótese do inciso I do caput, no período entre:
a) o primeiro dia útil do exercício social em que se realizará a assembleia geral e até 25 (vinte e
cinco) dias antes da data de sua realização, no caso de assembleia geral ordinária; ou
b) o primeiro dia útil após a ocorrência de evento que justifique a convocação de assembleia geral
para eleição de membros do conselho de administração e do conselho fiscal e até 25 (vinte e cinco) dias
antes da data de realização da assembleia, no caso de assembleia geral extraordinária convocada para esse
fim; e
II – na hipótese do inciso II do caput, no período entre o primeiro dia útil do exercício social em
que se realizará a assembleia geral ordinária e até 45 (quarenta e cinco) dias antes da data de sua
realização.
 § 1º com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
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§ 2° Para fins do inciso I do § 1°, considera-se como a data de realização da assembleia geral
ordinária aquela comunicada pela companhia até os 15 (quinze) primeiros dias do respectivo exercício
social ou, na ausência de tal comunicação, a data em que a assembleia geral ordinária da companhia
houver sido realizada no exercício anterior.
§ 3° Para fins do inciso II do § 1°, em até 7 (sete) dias úteis dias após a ocorrência de evento que
justifique a convocação da assembleia geral, a companhia deve comunicar ao mercado a data de
realização da respectiva assembleia geral, ainda que em caráter provisório, bem como o prazo para a
inclusão de candidatos no boletim de voto a distância.
§ 4° A companhia deve comunicar ao mercado caso as datas a que se refere o § 3° se alterem, em
tempo hábil a que seus acionistas incluam candidatos no boletim de voto a distância.
Art. 21-M. A solicitação de inclusão de que trata o art. 21-L deve:
I – atender ao disposto no art. 21-G; e
II – vir acompanhada:
a) das informações e documentos previstos nos arts. 8° a 21 desta Instrução, a depender da matéria;
b) da indicação das vagas a que os candidatos propostos concorrerão;
c) de documentos que comprovem a qualidade de acionista e a participação acionária a que se refere
o art. 21-L, observado o disposto nos §§ 2º e 3º do art. 30, no que couber; e
d) das informações constantes do Anexo 21-M-II-d, em caso de inclusão de proposta.
Parágrafo único. A proposta de que trata o art. 21-L pode ter como objeto matérias de competência
de assembleias gerais ordinárias ou extraordinárias.
Art. 21-N. Em até 3 (três) dias úteis do recebimento da solicitação de inclusão de que trata o art.
21-L, a companhia deve informar a seus requerentes que:
I – a inclusão cumpre o disposto neste artigo e a proposta ou os candidatos constarão do boletim de
voto a distância a ser divulgado pela companhia; ou
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II – a lista completa de motivos pelos quais tal solicitação não cumpre o disposto nesta seção,
indicando os documentos ou alterações necessários a sua retificação.
Parágrafo único. Os requerentes da proposta podem retificá-la, observado o prazo previsto no § 1°
do art. 21-L.
Art. 21-O. A solicitação de inclusão de que trata esta Seção pode ser revogada a qualquer tempo até
a data de realização da assembleia geral, mediante comunicado escrito dos respectivos proponentes,
endereçado ao diretor de relações com investidores da companhia, caso em que os votos que já tiverem
sido conferidos a ela serão desconsiderados.
Parágrafo único. A companhia deve comunicar ao mercado imediatamente a revogação de
solicitação de inclusão de que trata o caput, caso o boletim de voto a distância já tenha sido
disponibilizado.
Art. 21-P. A companhia que desejar realizar um pedido público de procuração deve divulgar, em
conjunto com a comunicação a que se refere o art. 27, todas as solicitações válidas de inclusão de
propostas e de candidatos até então recebidas.
Seção V – Voto a Distância Exercido por Prestadores de Serviços
Art. 21-Q. Os custodiantes e escrituradores podem:
I – receber as instruções de preenchimento do boletim de voto a distância por quaisquer meios que
utilizem para se comunicar com os acionistas; e
II – recusar-se a aceitar instruções de voto de acionistas com cadastro desatualizado.
§ 1º Os custodiantes e escrituradores são responsáveis por verificar que a instrução de voto foi dada
pelo acionista.
§ 2º Na verificação de que trata o § 1º, os custodiantes e escrituradores não devem levar em conta
eventuais requisitos de elegibilidade do acionista para o exercício do direito de voto, função que caberá à
mesa da respectiva assembleia geral.

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§ 3º Os custodiantes e escrituradores devem adotar regras e procedimentos para comunicar ao
acionista:
I – o recebimento das instruções de preenchimento do boletim de voto a distância, bem como o fato
de que as informações recebidas são suficientes para que tais instruções sejam repassadas pelo prestador
de serviço à companhia; ou
II – a necessidade de retificação ou reenvio das instruções, descrevendo os procedimentos e prazos
necessários à regularização do voto a distância para que o prestador de serviço possa transmitir a
instrução de voto.
Art. 21-R. Até 6 (seis) dias antes da data de realização da assembleia, o custodiante deve
encaminhar ao depositário central em que as ações estejam depositadas para negociação um mapa de
votação indicando as instruções de voto dos acionistas, identificados por meio do número de sua inscrição
no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ.
Art. 21-S. O depositário central em que as ações estiverem depositadas deve:
I – compilar as instruções de votos que recebeu dos custodiantes, fazendo as conciliações
necessárias e rejeitando as instruções de voto conflitantes; e
II – até 5 (cinco) dias antes da data de realização da assembleia, encaminhar:
a) ao escriturador o mapa analítico das instruções de voto compiladas, identificadas por meio do
número da inscrição do acionista no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional de
Pessoas Jurídicas – CNPJ, junto com o extrato de posição acionária; e
b) ao custodiante a lista de instruções de voto rejeitadas, identificadas por meio do número da
inscrição do acionista no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoas
Jurídicas – CNPJ.
§ 1° Consideram-se conflitantes as instruções de voto enviadas por um mesmo acionista,
identificado por meio do número de sua inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro
Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ, que em relação a uma mesma deliberação tenha votado em
sentidos distintos em boletins de voto entregues por meio de prestadores de serviços diferentes.
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§ 2° Não se consideram conflitantes, ainda que em sentidos distintos, as instruções recebidas de
instituição depositária emissora de Depositary Receipts no exterior, relativamente às ações que dão lastro
aos Depositary Receipts.
§ 3° O custodiante deve informar ao acionista a rejeição do seu voto pelo depositário central tão
logo receba a informação prevista no caput, inciso II, alínea “b”.
Art. 21-T. O escriturador deve:
I – compilar as instruções de voto que recebeu dos acionistas com aquelas vindas do depositário
central, fazendo as conciliações necessárias e rejeitando as instruções de voto conflitantes, nos termos dos
§§ 1° e 2° do art. 21-S; e
II – até 48 horas antes da data de realização da assembleia, encaminhar à companhia:
a) o mapa analítico das instruções de voto dos acionistas, identificados por meio do número de sua
inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas –
CNPJ, junto com o extrato de posição acionária; e
b) o mapa sintético das instruções de voto dos acionistas, identificando quantas aprovações,
rejeições ou abstenções recebeu cada matéria deliberada e quantos votos recebeu cada candidato ou
chapa.
III – até 48 horas antes da assembleia geral, informar ao acionista que não tenha suas ações
depositadas junto ao depositário central a rejeição de sua instrução de voto por conta das conciliações
prevista no inciso I.
§ 1° O mapa analítico das instruções de voto de acionistas e o extrato de posição acionária aos quais
se refere o inciso II devem indicar a posição acionária de cada acionista em relação a, no máximo, 5
(cinco) dias antes da data de realização da assembleia.
§ 2° A companhia deve divulgar, por meio de sistema eletrônico na página da CVM e na página da
própria companhia na rede mundial de computadores, o mapa sintético de votação de que trata o inciso II
tão logo o receba.
Seção VI – Voto a Distância Exercido Diretamente
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Art. 21-U. Quando o acionista escolher enviar diretamente à companhia o boletim de voto a
distância, a companhia, em até 3 (três) dias do recebimento de referido documento, deve comunicar ao
acionista:
I – o recebimento do boletim de voto a distância, bem como que o boletim e eventuais documentos
que o acompanham são suficientes para que o voto do acionista seja considerado válido; ou
II – a necessidade de retificação ou reenvio do boletim de voto a distância ou dos documentos que o
acompanham, descrevendo os procedimentos e prazos necessários à regularização do voto a distância.
Parágrafo único. O acionista pode retificar ou reenviar o boletim de voto a distância ou os
documentos que o acompanham, observado o prazo previsto no art. 21-B.
Seção VII – Cômputo dos Votos na Assembleia Geral
Art. 21-V. Considera-se presente em assembleia geral, para todos os efeitos da Lei nº 6.404, de
1976, o acionista:
I – que a ela compareça fisicamente ou que nela se faça representar;
II – cujo boletim de voto a distância tenha sido considerado válido pela companhia; ou
III – que tenha registrado sua presença no sistema eletrônico de participação a distância
disponibilizado pela companhia nos termos do art. 21-C, § 2°, inciso II.
Parágrafo único. Os acionistas de que tratam os incisos II e III, além de presentes, devem ser
considerados assinantes da ata da assembleia geral.
Art. 21-W. A companhia deve computar votos:
I – conforme mapa analítico das instruções de voto dos acionistas fornecido pelo escriturador;
II – conforme mapa analítico de votação elaborado por ela com base nos boletins de voto a distância
que receber diretamente dos acionistas; e
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III – conforme as manifestações de voto apresentadas pelos acionistas presentes na assembleia.
§ 1° A instrução de voto proveniente de determinado número de inscrição no Cadastro de Pessoas
Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ deve ser atribuída a todas as ações
detidas por aquele CPF ou CNPJ, de acordo as posições acionárias fornecidas pelo escriturador.
§ 2° Caso haja divergências entre o boletim de voto a distância recebido diretamente pela
companhia e a instrução de voto contida no mapa de votação proveniente do escriturador para um mesmo
número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas
– CNPJ, a instrução de voto proveniente do escriturador deve prevalecer.
§ 3° Na véspera da data de realização da assembleia geral, a companhia deve divulgar, por meio de
sistema eletrônico na página da CVM e na página da própria companhia na rede mundial de
computadores, mapa de votação sintético consolidando os votos proferidos a distância, conforme indicado
nos mapas dos incisos I e II do caput, de acordo com as posições acionárias fornecidas pelo escriturador.
§ 4° O presidente da mesa, no início da assembleia geral, deve ler o mapa de votação consolidado a
que se refere o § 3° e disponibilizá-lo para consulta dos acionistas presentes na assembleia.
§ 5° A mesa da assembleia geral deve desconsiderar a instrução de voto a distância de:
I – acionistas ou representantes de acionistas que, comparecendo fisicamente à assembleia geral,
solicitem exercer o voto presencialmente;
II – acionistas que tenham optado por votar por meio de sistema eletrônico na forma do art. 21-C, §
2°, inciso II; e
III – acionistas que não sejam elegíveis para votar na assembleia ou na respectiva deliberação.
§ 6° Na data de realização da assembleia geral, a companhia deve divulgar, por meio de sistema
eletrônico na página da CVM e na página da própria companhia na rede mundial de computadores, o
mapa final de votação sintético, consolidando os votos proferidos a distância e os votos proferidos
presencialmente, conforme computados na assembleia.
§ 6º A companhia deve divulgar, por meio de sistema eletrônico na página da CVM e na página da
própria companhia na rede mundial de computadores:
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I – mapa final de votação sintético, na data da realização da assembleia, consolidando os votos
proferidos a distância e os votos proferidos presencialmente, conforme computados na assembleia,
identificando quantas aprovações, rejeições ou abstenções recebeu cada matéria e quantos votos recebeu
cada candidato ou chapa; e
II – mapa final de votação detalhado, em até 7 (sete) dias úteis após a data da realização da
assembleia, consolidando os votos proferidos a distância e os votos proferidos presencialmente, conforme
computados na assembleia, contendo os 5 primeiros números da inscrição do acionista no Cadastro de
Pessoas Físicas – CPF ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ, o voto por ele proferido em
relação a cada matéria, e a informação sobre a posição acionária.
 § 6º com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
Art. 21-X. Sem prejuízo do disposto no art. 132 da Lei nº 6.404, de 1976, caso a data de realização
de uma assembleia já convocada seja adiada justificadamente pela companhia:
I – as instruções de voto recebidas por meio do respectivo boletim de voto a distância devem ser
consideradas normalmente, desde que tal adiamento não ultrapasse 30 (trinta) dias da data em que
originalmente se realizaria a assembleia e o conteúdo do boletim de voto a distância não tenha sido
alterado; ou
II – a companhia deve reiniciar o processo de entrega do boletim de voto a distância e coleta de
instruções de voto, caso tal adiamento ultrapasse 30 (trinta) dias da data em que originalmente se
realizaria a assembleia ou caso o conteúdo do boletim de voto a distância tenha sido alterado.
Parágrafo único. O disposto nos incisos I e II também se aplica na hipótese de segunda convocação
de assembleia.
Parágrafo único incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
 Capítulo III-A incluído pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
CAPÍTULO IV – PEDIDOS PÚBLICOS DE PROCURAÇÃO
Art. 22. Para os fins desta Instrução, são considerados pedidos públicos de procuração:
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I – os pedidos que empreguem meios públicos de comunicação, tais como a televisão, o rádio,
revistas, jornais e páginas na rede mundial de computadores;
II – os pedidos dirigidos a mais de 5 (cinco) acionistas, quando promovidos, direta ou
indiretamente, pela administração ou por acionista controlador; e
III – os pedidos dirigidos a mais de 10 (dez) acionistas, quando promovidos por qualquer outra
pessoa.
Parágrafo único. Fundos de investimento cujas decisões sobre exercício do direito de voto em
assembléia sejam tomadas discricionariamente pelo mesmo gestor serão considerados como um único
acionista para os fins dos incisos II e III deste artigo.
Art. 23. Os pedidos públicos devem ser acompanhados da minuta de procuração e das informações
indicadas no Anexo 23 à presente Instrução.
§ 1º Os pedidos públicos de procuração devem ser acompanhados, ainda:
I – das informações e documentos previstos nos arts. 8º a 21 desta Instrução, relativos à matéria
para a qual é solicitada a procuração; e
II – de quaisquer outras informações e documentos relevantes para o exercício de direito de voto
pelo acionista.
§ 2º Os pedidos públicos de procuração podem fazer referência a uma página na rede mundial de
computadores na qual todas as informações exigidas por este artigo estejam disponíveis.
Art. 24. As procurações objeto de pedido público devem:
I – indicar um procurador para votar a favor, um procurador para se abster e outro procurador para
votar contra cada uma das propostas objeto do pedido;
II – indicar expressamente como o procurador deve votar em relação a cada uma das propostas ou,
se for o caso, se ele deverá se abster em relação a tais propostas;
III – restringir-se a uma única assembléia.
Art. 25. Os pedidos públicos de procuração devem ser dirigidos a todos os acionistas com direito
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de voto na assembléia.
Parágrafo único. A obrigação prevista no caput será considerada atendida:
I – se o solicitante enviar o pedido por correspondência a todos os acionistas com direito de voto
cujos endereços constem da companhia;
II – se a companhia facultar a todos os acionistas com direito de voto a possibilidade de outorgar a
procuração objeto do pedido através de sistema eletrônico na rede mundial de computadores; ou
III – em se tratando de pedido promovido por acionista que não seja controlador nem administrador,
se o pedido for feito mediante publicação nos jornais de grande circulação utilizados habitualmente pela
companhia.
Art. 26. Uma cópia de todo o material utilizado em pedidos públicos de procuração deve ser
colocada à disposição dos acionistas, por meio de sistema eletrônico na página da CVM na rede mundial
de computadores, na data de início da realização do pedido.
§ 1º Para que a obrigação prevista no caput possa ser cumprida, os pedidos públicos de procuração
devem ser encaminhados ao diretor de relações com investidores no dia útil anterior à data de início da
realização do pedido.
§ 2º O diretor de relações com investidores não é responsável pelas informações contidas em
pedidos de procuração que não sejam realizados pela administração.
Art. 27. A administração da companhia deve comunicar ao mercado sua intenção de realizar pedido
público de procuração com pelos menos 10 (dez) dias úteis de antecedência, indicando as matérias paras
as quais as procurações serão solicitadas.
Parágrafo único. A comunicação prevista no caput deverá ser feita por meio de sistema eletrônico
na página da CVM na rede mundial de computadores.
Art. 28. As procurações objeto de pedido público promovido pela administração referentes à
eleição de administradores e membros do conselho fiscal devem facultar ao acionista votar tanto nos
candidatos indicados pela administração, como em candidatos indicados por acionistas representando, no
mínimo, 0,5% (meio por cento) do capital social.
§ 1º Os acionistas que desejarem incluir candidatos nas procurações solicitadas pela administração
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devem enviar pedido por escrito à companhia dentro de 5 (cinco) dias úteis contados da realização do
comunicado previsto no art. 27.
§ 2º O pedido dos acionistas deve incluir as informações exigidas nos itens 2, 3 e 4 do Anexo 23
desta Instrução e nos itens 12.6 a 12.10 do formulário de referência.
§ 2º O pedido dos acionistas deve incluir as informações exigidas nos itens 2, 3 e 4 do Anexo 23
desta Instrução e nos itens 12.5 a 12.10 do formulário de referência.
 §2º com redação dada pela Instrução CVM nº 552, de 9 de outubro de 2014.
Art. 29. Os pedidos públicos de procuração promovidos pela administração podem ser custeados
pela companhia.
Art. 30. Os pedidos de relação de endereços de acionistas fundados no art. 126, § 3º, da Lei nº
6.404, de 1976, devem ser atendidos pela companhia dentro de, no máximo, 3 (três) dias úteis.
§ 1º Os pedidos a que se refere o caput poderão ser formulados, alternativamente, entre:
I – o primeiro dia do exercício social e a data da realização da assembléia geral ordinária;
II – a data da primeira convocação e a data de realização de qualquer assembléia geral
extraordinária;
III – a data da divulgação ao mercado de ato societário que dependa de deliberação assemblear e a
data de realização da respectiva assembléia.
§ 2º A companhia pode exigir:
I – reconhecimento da firma do signatário do pedido;
II – cópia dos documentos que comprovem que o signatário tem poderes para representar o
acionista; e
III – declaração do acionista de que pretende utilizar a lista para os fins do art. 126, § 1º, da Lei nº
6.404, de 1976.
§ 3º É vedado à companhia:
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I – exigir quaisquer outras justificativas para o pedido;
II – cobrar pelo fornecimento da relação de acionistas;
III – condicionar o deferimento do pedido ao cumprimento de quaisquer formalidades ou à
apresentação de quaisquer documentos não previstos no § 2º.
§ 4º A relação de endereços deverá listar todos os acionistas em ordem decrescente, conforme o
respectivo número de ações; é desnecessário identificar a participação acionária de cada um.
Art. 31. A companhia que aceita procurações eletrônicas por meio de sistema na rede mundial de
computadores deve permitir que acionistas titulares de 0,5% (meio por cento) ou mais do capital social
incluam pedidos de procuração no sistema.
§ 1º A obrigação prevista no caput deve ser atendida pela companhia dentro de 2 (dois) dias úteis
contados da data do recebimento do pedido público de procuração formulado pelos acionistas.
§ 2º O sistema de procurações eletrônicas da companhia deve dar igual destaque aos pedidos de
procuração promovidos pela administração, pelo acionista controlador e pelos acionistas nãocontroladores.
§ 3° A companhia que contratar junto a terceiros a utilização do sistema a que se refere o caput
permanece responsável por assegurar o cumprimento do disposto neste Capítulo IV.
 § 3º incluído pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
Art. 32. A companhia que não aceita procurações eletrônicas por meio de sistema na rede mundial
de computadores, nos termos do art. 31, deve ressarcir as despesas incorridas com a realização de pedidos
públicos de procuração de acionistas titulares de 0,5% (meio por cento) ou mais do capital social.
§ 1º Para os fins deste artigo, são reembolsáveis apenas as seguintes despesas:
I – despesas com a publicação de até 3 (três) anúncios no mesmo jornal em que a companhia
publica suas demonstrações financeiras; e
II – despesas com impressão e envio dos pedidos de procuração aos acionistas da companhia.
§ 2º O ressarcimento previsto no caput será integral caso:
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I – a proposta apoiada pelo acionista seja aprovada; ou
II – pelo menos um dos candidatos apoiados pelo acionista seja eleito.
§ 3º Caso nenhuma das hipóteses previstas no parágrafo anterior se verifique, o ressarcimento será
de, no mínimo, 50% (cinqüenta por cento) das despesas incorridas, podendo a companhia estabelecer
percentual superior.
§ 4º O ressarcimento deve ser feito dentro de 10 (dez) dias úteis contados do recebimento de
requerimento formulado à companhia.
§ 5º O requerimento referido no § 4º deve ser acompanhado de documentos que comprovem as
despesas incorridas.
CAPÍTULO V – DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 33. A CVM pode, a qualquer tempo:
I – pedir esclarecimentos sobre informações ou documentos fornecidos de acordo com esta
Instrução;
II – solicitar o envio de informações e documentos adicionais aos exigidos por esta Instrução;
III – solicitar correções nas informações fornecidas de acordo com esta Instrução; e
IV – determinar a interrupção de pedidos públicos de procuração que contrariem esta Instrução.
Art. 34. Constitui infração grave, para os efeitos da Lei 6.385, de 7 de dezembro de 1976:
I – a violação das obrigações previstas no art. 2º e nos arts. 8º a 21 e 26 a 32 desta Instrução; e
I – a violação das obrigações previstas no art. 2º e nos arts. 8º a 21, 21-A a 21-C, 21-E a 21-L, 21-N
a 21-X, e 26 a 32 desta Instrução; e
 Inciso I com redação dada pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
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II – o descumprimento das solicitações, pedidos e determinações da CVM, nos termos do art. 33
desta Instrução.
Art. 35. Na hipótese prevista no art. 12 desta a Instrução, é facultado à companhia omitir as
informações exigidas no item 13 do Formulário de Referência relativas aos exercícios de 2007 e 2008.
Art. 36. Fica revogada a Instrução CVM nº 341, de 13 de julho de 2000.
Art. 37. Esta Instrução entra em vigor em 1º de janeiro de 2010.
Original assinado por
MARIA HELENA DOS SANTOS FERNANDES DE SANTANA
Presidente
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ANEXO 9-1-II
DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO
1. Informar o lucro líquido do exercício
2. Informar o montante global e o valor por ação dos dividendos, incluindo dividendos antecipados
e juros sobre capital próprio já declarados
3. Informar o percentual do lucro líquido do exercício distribuído
4. Informar o montante de global e o valor por ação de dividendos distribuídos com base em lucro
de exercícios anteriores
5. Informar, deduzidos os dividendos antecipados e juros sobre capital próprio já declarados:
a. O valor bruto de dividendo e juros sobre capital próprio, de forma segregada, por ação
de cada espécie e classe
b. A forma e o prazo de pagamento dos dividendos e juros sobre capital próprio
c. Eventual incidência de atualização e juros sobre os dividendos e juros sobre capital
próprio
d. Data da declaração de pagamento dos dividendos e juros sobre capital próprio
considerada para identificação dos acionistas que terão direito ao seu recebimento
6. Caso tenha havido declaração de dividendos ou juros sobre capital próprio com base em lucros
apurados em balanços semestrais ou em períodos menores
a. Informar o montante dos dividendos ou juros sobre capital próprio já declarados
b. Informar a data dos respectivos pagamentos
7. Fornecer tabela comparativa indicando os seguintes valores por ação de cada espécie e classe:
a. Lucro líquido do exercício e dos 3 (três) exercícios anteriores
b. Dividendo e juro sobre capital próprio distribuído nos 3 (três) exercícios anteriores
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8. Havendo destinação de lucros à reserva legal
a. Identificar o montante destinado à reserva legal
b. Detalhar a forma de cálculo da reserva legal
9. Caso a companhia possua ações preferenciais com direito a dividendos fixos ou mínimos
a. Descrever a forma de cálculos dos dividendos fixos ou mínimos
b. Informar se o lucro do exercício é suficiente para o pagamento integral dos dividendos
fixos ou mínimos
c. Identificar se eventual parcela não paga é cumulativa
d. Identificar o valor global dos dividendos fixos ou mínimos a serem pagos a cada classe
de ações preferenciais
e. Identificar os dividendos fixos ou mínimos a serem pagos por ação preferencial de cada
classe
10. Em relação ao dividendo obrigatório
a. Descrever a forma de cálculo prevista no estatuto
b. Informar se ele está sendo pago integralmente
c. Informar o montante eventualmente retido
11. Havendo retenção do dividendo obrigatório devido à situação financeira da companhia
a. Informar o montante da retenção
b. Descrever, pormenorizadamente, a situação financeira da companhia, abordando,
inclusive, aspectos relacionados à análise de liquidez, ao capital de giro e fluxos de caixa
positivos
c. Justificar a retenção dos dividendos
12. Havendo destinação de resultado para reserva de contingências
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a. Identificar o montante destinado à reserva
b. Identificar a perda considerada provável e sua causa
c. Explicar porque a perda foi considerada provável
d. Justificar a constituição da reserva
13. Havendo destinação de resultado para reserva de lucros a realizar
a. Informar o montante destinado à reserva de lucros a realizar
b. Informar a natureza dos lucros não-realizados que deram origem à reserva
14. Havendo destinação de resultado para reservas estatutárias
a. Descrever as cláusulas estatutárias que estabelecem a reserva
b. Identificar o montante destinado à reserva
c. Descrever como o montante foi calculado
15. Havendo retenção de lucros prevista em orçamento de capital
a. Identificar o montante da retenção
b. Fornecer cópia do orçamento de capital
16. Havendo destinação de resultado para a reserva de incentivos fiscais
a. Informar o montante destinado à reserva
b. Explicar a natureza da destinação
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ANEXO 13
PLANO DE REMUNERAÇÃO BASEADO EM AÇÕES
1. Fornecer cópia do plano proposto
2. Informar as principais características do plano proposto, identificando:
a. Potenciais beneficiários
b. Número máximo de opções a serem outorgadas
c. Número máximo de ações abrangidas pelo plano
d. Condições de aquisição
e. Critérios pormenorizados para fixação do preço de exercício
f. Critérios para fixação do prazo de exercício
g. Forma de liquidação de opções
h. Critérios e eventos que, quando verificados, ocasionarão a suspensão, alteração ou
extinção do plano
3. Justificar o plano proposto, explicando:
a. Os principais objetivos do plano
b. A forma como o plano contribui para esses objetivos
c. Como o plano se insere na política de remuneração da companhia
d. Como o plano alinha os interesses dos beneficiários e da companhia a curto, médio e
longo prazo
4. Estimar as despesas da companhia decorrentes do plano, conforme as regras contábeis que
tratam desse assunto
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ANEXO 14
AUMENTO DE CAPITAL
1. Informar valor do aumento e do novo capital social
2. Informar se o aumento será realizado mediante: (a) conversão de debêntures em ações; (b)
exercício de direito de subscrição ou de bônus de subscrição; (c) capitalização de lucros ou reservas;
ou (d) subscrição de novas ações
2. Informar se o aumento será realizado mediante: (a) conversão de debêntures ou outros títulos de
dívida em ações; (b) exercício de direito de subscrição ou de bônus de subscrição; (c) capitalização
de lucros ou reservas; ou (d) subscrição de novas ações
 Item 2 com redação dada pela Instrução CVM nº 552, de 9 de outubro de 2014.
3. Explicar, pormenorizadamente, as razões do aumento e suas conseqüências jurídicas e econômicas
4. Fornecer cópia do parecer do conselho fiscal, se aplicável
5. Em caso de aumento de capital mediante subscrição de ações
a. Descrever a destinação dos recursos
b. Informar o número de ações emitidas de cada espécie e classe
c. Descrever os direitos, vantagens e restrições atribuídos às ações a serem emitidas
d. Informar se a subscrição será pública ou particular
e. Em se tratando de subscrição particular, informar se partes relacionadas, tal como
definidas pelas regras contábeis que tratam desse assunto, subscreverão ações no
aumento de capital, especificando os respectivos montantes, quando esses montantes já
forem conhecidos
f. Informar o preço de emissão das novas ações ou as razões pelas quais sua fixação deve
ser delegada ao conselho de administração, nos casos de distribuição pública
g. Informar o valor nominal das ações emitidas ou, em se tratando de ações sem valor
nominal, a parcela do preço de emissão que será destinada à reserva de capital
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h. Fornecer opinião dos administradores sobre os efeitos do aumento de capital, sobretudo
no que se refere à diluição provocada pelo aumento
i. Informar o critério de cálculo do preço de emissão e justificar, pormenorizadamente, os
aspectos econômicos que determinaram a sua escolha
j. Caso o preço de emissão tenha sido fixado com ágio ou deságio em relação ao valor de
mercado, identificar a razão do ágio ou deságio e explicar como ele foi determinado
k. Fornecer cópia de todos os laudos e estudos que subsidiaram a fixação do preço de
emissão
l. Informar a cotação de cada uma das espécies e classes de ações da companhia nos
mercados em que são negociadas, identificando:
i. Cotação mínima, média e máxima de cada ano, nos últimos 3 (três) anos
ii. Cotação mínima, média e máxima de cada trimestre, nos últimos 2 (dois) anos
iii. Cotação mínima, média e máxima de cada mês, nos últimos 6 (seis) meses
iv. Cotação média nos últimos 90 dias
m. Informar os preços de emissão de ações em aumentos de capital realizados nos últimos 3
(três) anos
n. Apresentar percentual de diluição potencial resultante da emissão
o. Informar os prazos, condições e forma de subscrição e integralização das ações emitidas
p. Informar se os acionistas terão direito de preferência para subscrever as novas ações
emitidas e detalhar os termos e condições a que está sujeito esse direito
q. Informar a proposta da administração para o tratamento de eventuais sobras
r. Descrever pormenorizadamente os procedimentos que serão adotados, caso haja
previsão de homologação parcial do aumento de capital
s. Caso o preço de emissão das ações seja, total ou parcialmente, realizado em bens
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i. Apresentar descrição completa dos bens
ii. Esclarecer qual a relação entre os bens incorporados ao patrimônio da companhia
e o seu objeto social
iii. Fornecer cópia do laudo de avaliação dos bens, caso esteja disponível
6. Em caso de aumento de capital mediante capitalização de lucros ou reservas
a. Informar se implicará alteração do valor nominal das ações, caso existente, ou
distribuição de novas ações entre os acionistas
b. Informar se a capitalização de lucros ou reservas será efetivada com ou sem modificação
do número de ações, nas companhias com ações sem valor nominal
c. Em caso de distribuição de novas ações
i. Informar o número de ações emitidas de cada espécie e classe
ii. Informar o percentual que os acionistas receberão em ações
iii. Descrever os direitos, vantagens e restrições atribuídos às ações a serem emitidas
iv. Informar o custo de aquisição, em reais por ação, a ser atribuído para que os
acionistas possam atender ao art. 10 da Lei 9.249, de 26 de dezembro de 1995
v. Informar o tratamento das frações, se for o caso
d. Informar o prazo previsto no § 3º do art. 169 da Lei 6.404, de 1976
e. Informar e fornecer as informações e documentos previstos no item 5 acima, quando
cabível
7. Em caso de aumento de capital por conversão de debêntures em ações ou por exercício de bônus
de subscrição
7. Em caso de aumento de capital por conversão de debêntures ou outros títulos de dívida em ações
ou por exercício de bônus de subscrição
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 Item 7 com redação dada pela Instrução CVM nº 552, de 9 de outubro de 2014.
8. O disposto nos itens 1 a 7 deste Anexo não se aplica aos aumentos de capital decorrentes de plano
de opção, caso em que o emissor deve informar:
a. data da assembleia geral de acionistas em que o plano de opção foi aprovado
b. valor do aumento de capital e do novo capital social
c. número de ações emitidas de cada espécie e classe
d. preço de emissão das novas ações
e. cotação de cada uma das espécies e classes de ações do emissor nos mercados em que
são negociadas, identificando:
i. cotação mínima, média e máxima de cada ano, nos últimos 3 (três) anos
ii. cotação mínima, média e máxima de cada trimestre, nos últimos 2 (dois) anos
iii. cotação mínima, média e máxima de cada mês, nos últimos 6 (seis) meses
iv. cotação média nos últimos 90 dias
f. percentual de diluição potencial resultante da emissão
 Item 8 incluído pela Instrução CVM nº 552, de 9 de outubro de 2014.
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ANEXO 15
EMISSÃO DE DEBÊNTURES OU DE BÔNUS DE SUBSCRIÇÃO
1. Em caso de emissão de debêntures
a. Informar o valor máximo da emissão
b. Informar se a emissão será dividida em séries
c. Informar o número e o valor nominal das debêntures de cada série
d. Informar a destinação dos recursos
e. Explicar, pormenorizadamente, as razões da emissão e suas conseqüências
f. Informar a remuneração das debêntures
g. Informar a espécie das debêntures a serem emitidas e descrever as garantias, se houver
h. Informar o prazo e as condições de vencimento, amortização e resgate, inclusive as
hipóteses de vencimento antecipado, se houver
i. Informar se a subscrição será pública ou particular
j. Informar as matérias cuja definição será delegada ao conselho de administração
k. Identificar o agente fiduciário
l. Informar a classificação de risco da emissão, se houver
m. Informar o mercado secundário em que as debêntures serão negociadas, se for o caso
n. Em caso de emissão de debêntures conversíveis
i. Informar a relação de conversão
ii. Justificar, pormenorizadamente, os aspectos econômicos que determinaram a
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fixação da relação de conversão
iii. Fornecer opinião dos administradores sobre os efeitos do aumento de capital,
sobretudo no que se refere à diluição provocada pelo aumento
iv. Fornecer cópia de todos os laudos e estudos que subsidiaram a fixação da relação
de conversão
v. Informar os termos e condições a que está sujeita a conversão
vi. Descrever os direitos, vantagens e restrições das ações resultantes da conversão
vii. Informar se os acionistas terão direito de preferência para subscrever as
debêntures, detalhando os termos e condições a que esse direito está sujeito
viii. Apresentar percentual de diluição potencial resultante da emissão
2. Em caso de emissão de bônus de subscrição
a. Informar o número de bônus a serem emitidos
b. Explicar, pormenorizadamente, as razões da emissão e suas conseqüências
c. Informar o preço de emissão e o preço de exercício dos bônus
d. Informar o critério utilizado para determinação do preço de emissão e do preço de
exercício, justificando, pormenorizadamente, os aspectos econômicos que determinaram
a sua escolha
e. Fornecer opinião dos administradores sobre os efeitos do aumento de capital, sobretudo
no que se refere à diluição provocada pelo aumento
f. Fornecer cópia de todos os laudos e estudos que subsidiaram a fixação do preço de
emissão e preço de exercício
g. Informar os termos e condições a que está sujeito o exercício do bônus
h. Informar se os acionistas terão direito de preferência para subscrever os bônus,
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detalhando os termos e condições a que esse direito está sujeito
i. Informar se a subscrição será pública ou particular
j. Informar as matérias cuja definição poderá ser delegada ao conselho de administração
k. Informar o mercado secundário em que os bônus serão negociados, se for o caso
l. Descrever os direitos, vantagens e restrições das ações resultantes do exercício do bônus
de subscrição
m. Apresentar percentual de diluição potencial resultante da emissão
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ANEXO 16
REDUÇÃO DE CAPITAL
1. Informar o valor da redução e do novo capital social
2. Explicar, pormenorizadamente, as razões, a forma e as conseqüências da redução
3. Fornecer cópia do parecer do conselho fiscal, caso esteja em funcionamento, quando a proposta de
redução do capital social for de iniciativa dos administradores
4. Informar, conforme o caso: (a) o valor da restituição por ação; (b) o valor da diminuição do valor
das ações à importância das entradas, no caso de capital não integralizado; ou (c) a quantidade de
ações objeto da redução
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ANEXO 17
AÇÕES PREFERENCIAIS
1. Havendo criação de ações preferenciais ou nova classe de ações preferenciais
a. Fundamentar, pormenorizadamente, a proposta de criação das ações
b. Descrever, pormenorizadamente, os direitos, vantagens e restrições a serem atribuídos às
ações a serem criadas, em especial:
i. Dividendos majorados em relação às ações ordinárias
ii. Dividendos fixos ou mínimos
iii. Direito de participar de lucros remanescentes
iv. Direito de receber dividendo à conta da reserva de capital
v. Prioridade no reembolso de capital
vi. Prêmio no reembolso de capital
vii. Direito de voto
viii. Direito estatutário de eleger membros do conselho de administração em votação em
separado
ix. Direito de serem incluídas na oferta pública de aquisição de ações por alienação de
controle prevista no art. 254-A da Lei nº 6.404, de 1976
x. Direito de veto em relação a alterações estatutárias
xi. Termos e condições de resgate
xii. Termos e condições de amortização
c. Fornecer análise pormenorizada do impacto da criação das ações sobre os direitos dos
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titulares de outras espécies e classes de ações da companhia
2. Havendo alteração nas preferências, vantagens ou condições de resgate ou amortização de ações
preferenciais
a. Descrever, pormenorizadamente, as alterações propostas
b. Fundamentar, pormenorizadamente, as alterações propostas
c. Fornecer análise pormenorizada do impacto das alterações propostas sobre os titulares das
ações objeto da alteração
d. Fornecer análise pormenorizada do impacto das alterações propostas sobre os direitos dos
titulares de outras espécies e classes de ações da companhia
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ANEXO 19
AQUISIÇÃO DE CONTROLE
1. Descrever o negócio
2. Informar a razão, estatutária ou legal, pela qual o negócio foi submetido à aprovação da
assembléia
3. Relativamente à sociedade cujo controle foi ou será adquirido:
a. Informar o nome e qualificação
b. Número de ações ou quotas de cada classe ou espécie emitidas
c. Listar todos os controladores ou integrantes do bloco de controle, diretos ou indiretos, e
sua participação no capital social, caso sejam partes relacionadas, tal como definidas pelas
regras contábeis que tratam desse assunto
d. Para cada classe ou espécie de ações ou quota da sociedade cujo controle será adquirido,
informar:
i. Cotação mínima, média e máxima de cada ano, nos mercados em que são
negociadas, nos últimos 3 (três) anos
ii. Cotação mínima, média e máxima de cada trimestre, nos mercados em que são
negociadas, nos últimos 2 (dois) anos
iii. Cotação mínima, média e máxima de cada mês, nos mercados em que são
negociadas, nos últimos 6 (seis) meses
iv. Cotação média, nos mercados em que são negociadas, nos últimos 90 dias
v. Valor de patrimônio líquido a preços de mercado, se a informação estiver
disponível;
vi. Valor do lucro líquido anual nos 2 (dois) últimos exercícios sociais, atualizado
monetariamente
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4. Principais termos e condições do negócio, incluindo:
a. Identificação dos vendedores
b. Número total de ações ou quotas adquiridas ou a serem adquiridas
c. Preço total
d. Preço por ação ou quota de cada espécie ou classe
e. Forma de pagamento
f. Condições suspensivas e resolutivas a que está sujeito o negócio
g. Resumo das declarações e garantias dos vendedores
h. Regras sobre indenização dos compradores
i. Aprovações governamentais necessárias
j. Garantias outorgadas
5. Descrever o propósito do negócio
6. Fornecer análise dos benefícios, custos e riscos do negócio
7. Informar quais custos serão incorridos pela companhia caso o negócio não seja aprovado
8. Descrever as fontes de recursos para o negócio
9. Descrever os planos dos administradores para a companhia cujo controle foi ou será adquirido
10. Fornecer declaração justificada dos administradores recomendando aprovação do negócio
11. Descrever qualquer relação societária existente, ainda que indireta, entre:
a. Qualquer dos vendedores ou a sociedade cujo controle foi ou será alienado; e
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b. Partes relacionadas à companhia, tal como definidas pelas regras contábeis que tratam
desse assunto
12. Informar detalhes de qualquer negócio realizado nos últimos 2 (dois) anos por partes
relacionadas à companhia, tal como definidas pelas regras contábeis que tratam desse assunto,
com participações societárias ou outros valores mobiliários ou títulos de dívida da sociedade
cujo controle foi ou será adquirido

13. Fornecer cópia de todos os estudos e laudos de avaliação, preparados pela companhia ou por
terceiros, que subsidiaram a negociação do preço de aquisição
14. Em relação a terceiros que prepararam estudos ou laudos de avaliação
a. Informar o nome
b. Descrever sua capacitação
c. Descrever como foram selecionados
d. Informar se são partes relacionadas à companhia, tal como definidas pelas regras contábeis
que tratam desse assunto
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ANEXO 20
DIREITO DE RECESSO
1. Descrever o evento que deu ou dará ensejo ao recesso e seu fundamento jurídico
2. Informar as ações e classes às quais se aplica o recesso
3. Informar a data da primeira publicação do edital de convocação da assembléia, bem como a data
da comunicação do fato relevante referente à deliberação que deu ou dará ensejo ao recesso
4. Informar o prazo para exercício do direito de recesso e a data que será considerada para efeito
da determinação dos titulares das ações que poderão exercer o direito de recesso
5. Informar o valor do reembolso por ação ou, caso não seja possível determiná-lo previamente, a
estimativa da administração acerca desse valor
6. Informar a forma de cálculo do valor do reembolso
7. Informar se os acionistas terão direito de solicitar o levantamento de balanço especial
8. Caso o valor do reembolso seja determinado mediante avaliação, listar os peritos ou empresas
especializadas recomendadas pela administração
9. Na hipótese de incorporação, incorporação de ações ou fusão envolvendo sociedades
controladora e controlada ou sob o controle comum
a. Calcular as relações de substituição das ações com base no valor do patrimônio líquido a
preços de mercado ou outro critério aceito pela CVM
b. Informar se as relações de substituição das ações previstas no protocolo da operação são
menos vantajosas que as calculadas de acordo com o item 9(a) acima
c. Informar o valor do reembolso calculado com base no valor do patrimônio líquido a preços
de mercado ou outro critério aceito pela CVM
10. Informar o valor patrimonial de cada ação apurado de acordo com último balanço aprovado
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11. Informar a cotação de cada classe ou espécie de ações às quais se aplica o recesso nos mercados
em que são negociadas, identificando:
i. Cotação mínima, média e máxima de cada ano, nos últimos 3 (três) anos
ii. Cotação mínima, média e máxima de cada trimestre, nos últimos 2 (dois) anos
iii. Cotação mínima, média e máxima de cada mês, nos últimos 6 (seis) meses
iv. Cotação média nos últimos 90 (noventa) dias
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ANEXO 20-A
1. Protocolo e justificação da operação, nos termos dos arts. 224 e 225 da Lei nº 6.404, de 1976
2. Demais acordos, contratos e pré-contratos regulando o exercício do direito de voto ou a
transferência de ações de emissão das sociedades subsistentes ou resultantes da operação, arquivados na
sede da companhia ou dos quais o controlador da companhia seja parte
3. Descrição da operação, incluindo:
a. Termos e condições
b. Obrigações de indenizar:
i. Os administradores de qualquer das companhias envolvidas
ii. Caso a operação não se concretize
c. Tabela comparativa dos direitos, vantagens e restrições das ações das sociedades
envolvidas ou resultantes, antes e depois da operação
d. Eventual necessidade de aprovação por debenturistas ou outros credores
e. Elementos ativos e passivos que formarão cada parcela do patrimônio, em caso de cisão
f. Intenção das companhias resultantes de obter registro de emissor de valores mobiliários
4. Planos para condução dos negócios sociais, notadamente no que se refere a eventos societários
específicos que se pretenda promover
5. Análise dos seguintes aspectos da operação:
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a. Descrição dos principais benefícios esperados1
, incluindo:
i. Sinergias
ii. Benefícios fiscais
iii. Vantagens estratégicas
b. Custos
c. Fatores de risco
d. Caso se trate de transação com parte relacionada, eventuais alternativas que poderiam ter
sido utilizadas para atingir os mesmos objetivos, indicando as razões pelas quais essas alternativas
foram descartadas2
e. Relação de substituição
f. Nas operações envolvendo sociedades controladoras, controladas ou sociedades sob
controle comum
i. Relação de substituição de ações calculada de acordo com o art. 264 da Lei nº 6.404, de
1976
ii. Descrição detalhada do processo de negociação da relação de substituição e demais
termos e condições da operação
iii. Caso a operação tenha sido precedida, nos últimos 12 (doze) meses, de uma aquisição
de controle ou de aquisição de participação em bloco de controle:
 Análise comparativa da relação de substituição e do preço pago na aquisição de
controle
 Razões que justificam eventuais diferenças de avaliação nas diferentes operações
iv. Justificativa de por que a relação de substituição é comutativa, com a descrição dos

1
Sempre que os benefícios forem mensurados pelos administradores, as estimativas devem ser divulgadas.
2 Numa operação com controlada, por exemplo, deve-se explicar por que não se optou por uma oferta de compra ou permuta de
ações ou outra modalidade de operação societária.
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procedimentos e critérios adotados para garantir a comutatividade da operação ou, caso a
relação de substituição não seja comutativa, detalhamento do pagamento ou medidas
equivalentes adotadas para assegurar compensação adequada.
6. Cópia das atas de todas as reuniões do conselho de administração, conselho fiscal e comitês
especiais em que a operação foi discutida, incluindo eventuais votos dissidentes
7. Cópia de estudos, apresentações, relatórios, opiniões, pareceres ou laudos de avaliação das
companhias envolvidas na operação postos à disposição do acionista controlador em qualquer etapa da
operação
7.1. Identificação de eventuais conflitos de interesse entre as instituições financeiras, empresas e os
profissionais que tenham elaborado os documentos mencionados no item 7 e as sociedades envolvidas
na operação
8. Projetos de estatuto ou alterações estatutárias das sociedades resultantes da operação
9. Demonstrações financeiras usadas para os fins da operação, nos termos da norma específica
10. Demonstrações financeiras pro forma elaboradas para os fins da operação, nos termos da norma
específica
11. Documento contendo informações sobre as sociedades diretamente envolvidas que não sejam
companhias abertas, incluindo3
:
a. Fatores de risco, nos termos dos itens 4.1 e 4.24
do formulário de referência
b. Descrição das principais alterações nos fatores de riscos ocorridas no exercício anterior e
expectativas em relação à redução ou aumento na exposição a riscos como resultado da operação,
nos termos do item 5.4 do formulário de referência5
c. Descrição de suas atividades, nos termos dos itens 7.1, 7.2, 7.3 e 7.4 do formulário de

3 É desnecessário fornecer as informações referidas neste item em relação a sociedades que satisfaçam as seguintes condições:
(i) não possuam passivos de qualquer natureza; e (ii) tenham como único ativo ações de outras sociedades envolvidas na
operação.
4 As informações sobre os riscos de mercado devem ser prestadas nos termos do item 5.1 do formulário de referência até que as
alterações realizadas pela Instrução CVM nº 552, de 9 de outubro de 2014, no Anexo 24 da Instrução CVM nº 480, de 7
dezembro de 2009, entrem em vigor em 1º de janeiro de 2016.
5 As informações sobre os riscos de mercado devem ser prestadas nos termos do item 4.2 do formulário de referência até que as
alterações realizadas pela Instrução CVM nº 552, de 9 de outubro de 2014, no Anexo 24 da Instrução CVM nº 480, de 7
dezembro de 2009, entrem em vigor em 1º de janeiro de 2016.
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referência
d. Descrição do grupo econômico, nos termos do item 15 do formulário de referência
e. Descrição do capital social, nos termos do item 17.1 do formulário de referência
12. Descrição da estrutura de capital e controle depois da operação, nos termos do item 15 do
formulário de referência
13. Número, classe, espécie e tipo dos valores mobiliários de cada sociedade envolvida na operação
detidos por quaisquer outras sociedades envolvidas na operação, ou por pessoas vinculadas a essas
sociedades, conforme definidas pelas normas que tratam de oferta pública para aquisição de ações
14. Exposição de qualquer das sociedades envolvidas na operação, ou de pessoas a elas vinculadas,
conforme definidas pelas normas que tratam de oferta pública para aquisição de ações, em derivativos
referenciados em valores mobiliários emitidos pelas demais sociedades envolvidas na operação
15. Relatório abrangendo todos os negócios realizados nos últimos 6 (seis) meses pelas pessoas abaixo
indicadas com valores mobiliários de emissão das sociedades envolvidas na operação:
a. Sociedades envolvidas na operação
i. Operações de compra privadas
 o preço médio
 quantidade de ações envolvidas
 valor mobiliário envolvido
 percentual em relação a classe e espécie do valor mobiliário
 demais condições relevantes
ii. Operações de venda privadas
 o preço médio
 quantidade de ações envolvidas
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 valor mobiliário envolvido
 percentual em relação a classe e espécie do valor mobiliário
 demais condições relevantes
iii. Operações de compra em mercados regulamentados
 o preço médio
 quantidade de ações envolvidas
 valor mobiliário envolvido
 percentual em relação a classe e espécie do valor mobiliário
 demais condições relevantes
iv. Operações de venda em mercados regulamentados
 o preço médio
 quantidade de ações envolvidas
 valor mobiliário envolvido
 percentual em relação a classe e espécie do valor mobiliário
 demais condições relevantes
b. Partes relacionadas a sociedades envolvidas na operação
i. Operações de compra privadas
 o preço médio
 quantidade de ações envolvidas
 valor mobiliário envolvido
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 percentual em relação a classe e espécie do valor mobiliário
 demais condições relevantes
ii. Operações de venda privadas
 o preço médio
 quantidade de ações envolvidas
 valor mobiliário envolvido
 percentual em relação a classe e espécie do valor mobiliário
 demais condições relevantes
iii. Operações de compra em mercados regulamentados
 o preço médio
 quantidade de ações envolvidas
 valor mobiliário envolvido
 percentual em relação a classe e espécie do valor mobiliário
 demais condições relevantes
iv. Operações de venda em mercados regulamentados
 o preço médio
 quantidade de ações envolvidas
 valor mobiliário envolvido
 percentual em relação a classe e espécie do valor mobiliário
 demais condições relevantes
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16. Documento por meio do qual o Comitê Especial Independente submeteu suas recomendações ao
Conselho de Administração, caso a operação tenha sido negociada nos termos do Parecer de Orientação
CVM nº 35, de 2008.
 Anexo 20-A incluído pela Instrução CVM nº 565, de 15 de junho de 2015.
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Anexo 20-B
NEGOCIAÇÃO DE AÇÕES DE PRÓPRIA EMISSÃO
1. Justificar pormenorizadamente o objetivo e os efeitos econômicos esperados da operação;
2. Informar as quantidades de ações (i) em circulação e (ii) já mantidas em tesouraria;
3. Informar a quantidade de ações que poderão ser adquiridas ou alienadas;
4. Descrever as principais características dos instrumentos derivativos que a companhia vier a
utilizar, se houver;
5. Descrever, se houver, eventuais acordos ou orientações de voto existentes entre a companhia e a
contraparte das operações;
6. Na hipótese de operações cursadas fora de mercados organizados de valores mobiliários, informar:
a. o preço máximo (mínimo) pelo qual as ações serão adquiridas (alienadas); e
b. se for o caso, as razões que justificam a realização da operação a preços mais de 10% (dez
por cento)
c. superiores, no caso de aquisição, ou mais de 10% (dez por cento) inferiores, no caso de
alienação, à média da cotação, ponderada pelo volume, nos 10 (dez) pregões anteriores;
7. Informar, se houver, os impactos que a negociação terá sobre a composição do controle acionário
ou da estrutura administrativa da sociedade;
8. Identificar as contrapartes, se conhecidas, e, em se tratando de parte relacionada à companhia, tal
como definida pelas regras contábeis que tratam desse assunto, fornecer ainda as informações
exigidas pelo art. 8º desta Instrução;
9. Indicar a destinação dos recursos auferidos, se for o caso;
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10. Indicar o prazo máximo para a liquidação das operações autorizadas;
11. Identificar instituições que atuarão como intermediárias, se houver;
12. Especificar os recursos disponíveis a serem utilizados, na forma do art. 7º, § 1º, da Instrução CVM
nº 567, de 17 de setembro de 2015.
13. Especificar as razões pelas quais os membros do conselho de administração se sentem
confortáveis de que a recompra de ações não prejudicará o cumprimento das obrigações assumidas
com credores nem o pagamento de dividendos obrigatórios, fixos ou mínimos.
 Anexo 20-B incluído pela Instrução CVM nº 567, de 17 de setembro de 2015
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ANEXO 21
INFORMAÇÕES SOBRE AVALIADORES
1. Listar os avaliadores recomendados pela administração
2. Descrever a capacitação dos avaliadores recomendados
3. Fornecer cópia das propostas de trabalho e remuneração dos avaliadores recomendados
4. Descrever qualquer relação relevante existente nos últimos 3 (três) anos entre os avaliadores
recomendados e partes relacionadas à companhia, tal como definidas pelas regras contábeis
que tratam desse assunto
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ANEXO 21-F
CONTEÚDO DO BOLETIM DE VOTO A DISTÂNCIA
1. Nome
2. CNPJ ou CPF do acionista
3. Orientações de preenchimento
4. Orientações de entrega, indicando a faculdade de enviar diretamente à companhia ou enviar
instruções de preenchimento ao escriturador ou ao custodiante
5. Endereço postal e eletrônico para envio do boletim de voto a distância, caso o acionista deseje
entregar o documento diretamente à companhia
6. Indicação da instituição contratada pela companhia para prestar o serviço de escrituração de
valores mobiliários, com nome, endereço físico e eletrônico, telefone e pessoa para contato
7. Descrição de deliberação 16
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
8. Descrição de deliberação [n]
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
9. Proposta de deliberação de acionistas 1
1. identificação dos acionistas autores da proposta, indicando desde quando são acionistas da
companhia, o número e percentual de ações de cada espécie e classe de sua titularidade, o número
de ações tomadas em empréstimo e a exposição total em derivativos referenciados em ações da
companhia;
2. descrição da proposta de deliberação; e
3. manifestação dos administradores sobre tal proposta, caso a administração deseje se
manifestar.7
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se

6
Em deliberações sobre o percentual dos lucros destinados à distribuição de dividendos, o boletim de votação a distância
pode dar ao acionista a opção de aprovar percentuais superiores aos propostos pela administração, caso percentuais maiores
venham a ser propostos por outros acionistas e discutidos em assembleia.
7
A manifestação dos administradores está limitada a 2.100 (dois mil e cem) caracteres, incluindo espaços.
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10. Proposta de deliberação de acionistas [n]
a) identificação dos acionistas autores da proposta, indicando desde quando são acionistas da
companhia, o número e percentual de ações de cada espécie e classe de sua titularidade, o número
de ações tomadas em empréstimo e a exposição total em derivativos referenciados em ações da
companhia;
b) descrição da proposta de deliberação; e
c) manifestação dos administradores sobre tal proposta, caso a administração deseje se
manifestar.8
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
11. Deseja requerer a adoção do processo de voto múltiplo para eleição do conselho de
administração, nos termos do art. 141 da Lei nº 6.404, de 1976?
[ ] Sim [ ] Não
11. Deseja requerer a adoção do processo de voto múltiplo para eleição do conselho de
administração, nos termos do art. 141 da Lei nº 6.404, de 1976? 9
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se
 Item 11 com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
12-A. Eleição de membro do conselho de administração, se há apenas uma chapa:
Indicação de todos os nomes que compõem a chapa
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Caso um dos candidatos que compõem a chapa escolhida deixe de integrá-la, os votos
correspondentes às suas ações podem continuar sendo conferidos à chapa escolhida?
[ ] Sim [ ] Não10
Em caso de adoção do processo de eleição por voto múltiplo, os votos correspondentes às suas
ações devem ser distribuídos, nos seguintes percentuais, pelos membros da chapa que você
escolheu?

8
A manifestação dos administradores está limitada a 2.100 (dois mil e cem) caracteres, incluindo espaços.
9
Caso o acionista opte por “não” ou “abster-se”, suas ações não serão computadas para fins de requerimento do voto
múltiplo.
10 Caso o acionista opte por “não” e a chapa tiver sido alterada, seu voto deve ser computado como abstenção.
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Candidato 1 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 2 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 3 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 4 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 5 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 6 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
12-A. Eleição de membro do conselho de administração, se há apenas uma chapa:
Indicação de todos os nomes que compõem a chapa
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Caso um dos candidatos que compõem a chapa escolhida deixe de integrá-la, os votos
correspondentes às suas ações podem continuar sendo conferidos à chapa escolhida? 11
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se
Em caso de adoção do processo de eleição por voto múltiplo, os votos correspondentes às suas
ações devem ser distribuídos em percentuais igualitários pelos membros da chapa que você
escolheu? [O acionista deve ter ciência de que a distribuição igualitária considerará a divisão do
percentual de 100% entre os membros da chapa escolhida até as duas primeiras casas decimais,
sem arredondamento, e que as frações de ações apuradas a partir da aplicação do percentual
resultante não serão alocadas para nenhum candidato, sendo desconsideradas no procedimento de
voto múltiplo, hipótese em que o acionista poderá não votar com a totalidade de suas ações]
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se 12

11 Caso o acionista opte por “não” ou “abster-se” e a chapa tiver sido alterada, seu voto deve ser computado como abstenção
na respectiva deliberação da assembleia.
12 Caso o acionista opte por “abster-se” e a eleição ocorra pelo processo de voto múltiplo, seu voto deve ser computado
como abstenção na respectiva deliberação da assembleia.
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Rua Cincinato Braga, 340/2º, 3º e 4º Andares, Bela Vista, São Paulo/ SP – CEP: 01333-010 – Brasil – Tel.: (11) 2146-2000
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[o campo a seguir somente deve ser preenchido caso o acionista tenha respondido “não” em
relação a pergunta anterior]
Candidato 1 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 2 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 3 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 4 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 5 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 6 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
 Item 12-A com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
12-B. Eleição de membro do conselho de administração, se há mais de uma chapa:
Indicação de cada chapa e todos os nomes que a compõem
[ 1/2/3 ] Número da chapa escolhida [ ] Abster-se
Caso um dos candidatos que compõem a chapa escolhida deixe de integrá-la, os votos
correspondentes às suas ações podem continuar sendo conferidos à chapa escolhida?
[ ] Sim [ ] Não13
Em caso de adoção do processo de eleição por voto múltiplo, os votos correspondentes às suas
ações devem ser distribuídos, nos seguintes percentuais, pelos membros da chapa que você
escolheu?
Candidato 1 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 2 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 3 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato

13 Caso o acionista opte por “não” e a chapa tiver sido alterada, seu voto deve ser computado como abstenção.
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Candidato 4 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 5 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 6 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
12-B. Eleição de membro do conselho de administração, se há mais de uma chapa:
Indicação de cada chapa e de todos os nomes que a compõem
[ ] Número da chapa escolhida [ ] Abster-se
Caso um dos candidatos que compõem a chapa escolhida deixe de integrá-la, os votos
correspondentes às suas ações podem continuar sendo conferidos à chapa escolhida? 14
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se
Em caso de adoção do processo de eleição por voto múltiplo, os votos correspondentes às suas
ações devem ser distribuídos em percentuais igualitários pelos membros da chapa que você
escolheu? [O acionista deve ter ciência de que a distribuição igualitária considerará a divisão do
percentual de 100% entre os membros da chapa escolhida até as duas primeiras casas decimais,
sem arredondamento, e que as frações de ações apuradas a partir da aplicação do percentual
resultante não serão alocadas para nenhum candidato, sendo desconsideradas no procedimento de
voto múltiplo, hipótese em que o acionista poderá não votar com a totalidade de suas ações]
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se 15
[o campo a seguir somente deve ser preenchido caso o acionista tenha respondido “não” em
relação a pergunta anterior]
Candidato 1 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato

14 Caso o acionista opte por “não” ou “abster-se” e a chapa tiver sido alterada, seu voto deve ser computado como abstenção
na respectiva deliberação da assembleia.
15 Caso o acionista opte por “abster-se” e a eleição ocorra pelo processo de voto múltiplo, seu voto deve ser computado
como abstenção na respectiva deliberação da assembleia.
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Candidato 2 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 3 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 4 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 5 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 6 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
 Item 12-B com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
12-C. Eleição de membro do conselho de administração, se a eleição não for por chapa (o acionista
poderá indicar tantos candidatos quanto for o número de vagas a serem preenchidas na eleição
geral):
Candidato 1
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 2
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 3
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 4
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 5
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 6
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Em caso de adoção do processo de eleição por voto múltiplo, os votos correspondentes às suas
ações devem ser distribuídos, nos seguintes percentuais, pelos candidatos que você escolheu?
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Candidato 1 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 2 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 3 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 4 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 5 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 6 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
12-C. Eleição de membro do conselho de administração, se a eleição não for por chapa (o
acionista poderá indicar tantos candidatos quanto for o número de vagas a serem preenchidas na
eleição geral):
Candidato 1
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 2
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 3
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 4
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 5
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 6
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Em caso de adoção do processo de eleição por voto múltiplo, os votos correspondentes às suas
ações devem ser distribuídos em percentuais igualitários pelos candidatos que você escolheu? [O
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acionista deve ter ciência de que a distribuição igualitária considerará a divisão do percentual de
100% entre os candidatos escolhidos até as duas primeiras casas decimais, sem arredondamento,
e que as frações de ações apuradas a partir da aplicação do percentual resultante não serão
alocadas para nenhum candidato, sendo desconsideradas no procedimento de voto múltiplo,
hipótese em que o acionista poderá não votar com a totalidade de suas ações]
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se 16
[o campo a seguir somente deve ser preenchido caso o acionista tenha respondido “não” em
relação a pergunta anterior]
Candidato 1 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 2 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 3 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 4 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 5 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 6 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
 Item 12-C com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
12-D. Eleição de membro do conselho de administração, se a eleição for por voto múltiplo:
Candidato 1 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 2 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 3 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 4 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato

16 Caso o acionista opte por “abster-se” e a eleição ocorra pelo processo de voto múltiplo, seu voto deve ser computado
como abstenção na respectiva deliberação da assembleia.
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Candidato 5 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 6 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
12-D. Eleição de membro do conselho de administração, se a eleição for por voto múltiplo:
Em caso de adoção do processo de eleição por voto múltiplo, os votos correspondentes às suas
ações devem ser distribuídos em percentuais igualitários pelos candidatos abaixo indicados? [O
acionista deve ter ciência de que a distribuição igualitária considerará a divisão do percentual de
100% entre os candidatos escolhidos até as duas primeiras casas decimais, sem arredondamento,
e que as frações de ações apuradas a partir da aplicação do percentual resultante não serão
alocadas para nenhum candidato, sendo desconsideradas no procedimento de voto múltiplo,
hipótese em que o acionista poderá não votar com a totalidade de suas ações]
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se 17
[o campo a seguir somente deve ser preenchido caso o acionista tenha respondido “não” em
relação a pergunta anterior]
Candidato 1 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 2 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 3 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 4 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 5 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
Candidato 6 – [ ] % porcentagem dos votos a ser atribuída ao candidato
 Item 12-D com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
13. [o acionista somente pode preencher este campo caso tenha deixado o campo 12 em branco e seja

17 Caso o acionista opte por “abster-se” e a eleição ocorra pelo processo de voto múltiplo, seu voto deve ser computado
como abstenção na respectiva deliberação da assembleia.
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titular ininterruptamente das ações com as quais vota durante os 3 meses imediatamente
anteriores à realização da assembleia geral]
Eleição em separado de membro do conselho de administração por acionistas minoritários
detentores de ações ordinárias:
Candidato 1
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 2
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Caso se verifique que nem os titulares de ações com direito a voto nem os titulares de ações
preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito perfizeram, respectivamente, o quórum
exigido nos incisos I e II do § 4o
do art. 141 da Lei nº 6.404, de 1976, você deseja que seu voto
seja agregado aos votos das ações preferenciais a fim de eleger para o conselho de administração
o candidato com o maior número de votos dentre todos aqueles que, constando deste boletim de
voto a distância, concorrerem à eleição em separado?
[ ] Sim [ ] Não
13. [o acionista somente pode preencher este campo caso tenha deixado o campo 12 em branco e
seja titular ininterruptamente das ações com as quais vota durante os 3 meses imediatamente
anteriores à realização da assembleia geral]
Requisição de eleição em separado de membro do conselho de administração por acionistas
minoritários detentores de ações com direito a voto:
Deseja solicitar a eleição em separado de membro do conselho de administração, nos termos do
art. 141, § 4º, I, da Lei nº 6.404, de 1976? 18
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se
 Item 13 com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
13-A. [o acionista somente pode preencher este campo caso tenha deixado o campo 12 em branco
e seja titular ininterruptamente das ações com as quais vota durante os 3 meses imediatamente

18 Caso o acionista opte por “não” ou “abster-se”, suas ações não serão computadas para fins de requerimento da eleição em
separado de membro do conselho de administração.
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anteriores à realização da assembleia geral]
Eleição em separado de membro do conselho de administração por acionistas minoritários
detentores de ações com direito a voto:
Candidato 1
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 2
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Caso se verifique que nem os titulares de ações com direito a voto nem os titulares de ações
preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito perfizeram, respectivamente, o quórum
exigido nos incisos I e II do § 4o
do art. 141 da Lei nº 6.404, de 1976, você deseja que seu voto
seja agregado aos votos das ações preferenciais a fim de eleger para o conselho de administração
o candidato com o maior número de votos dentre todos aqueles que, constando deste boletim de
voto a distância, concorrerem à eleição em separado? 19
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se
 Item 13-A incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
14. [o acionista somente pode preencher este campo caso seja titular ininterruptamente das ações com
as quais vota durante os 3 meses imediatamente anteriores à realização da assembleia geral]
Eleição em separado de membro do conselho de administração por acionistas detentores de ações
preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito:
Candidato 1
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 2
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Caso se verifique que nem os titulares de ações com direito a voto nem os titulares de ações
preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito perfizeram, respectivamente, o quórum

19 Caso o acionista opte por “não” ou “abster-se”, suas ações não serão computadas para fins do requerimento conjunto de
eleição em separado de membro do conselho de administração.
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exigido nos incisos I e II do § 4o
do art. 141 da Lei nº 6.404, de 1976, você deseja que seu voto
seja agregado aos votos das ações ordinárias a fim de eleger para o conselho de administração o
candidato com o maior número de votos dentre todos aqueles que, constando deste boletim de
voto a distância, concorrerem à eleição em separado?
[ ] Sim [ ] Não
14. [o acionista somente pode preencher este campo caso tenha deixado o campo 12 em branco e
seja titular ininterruptamente das ações com as quais vota durante os 3 meses imediatamente
anteriores à realização da assembleia geral]
Requisição de eleição em separado de membro do conselho de administração por acionistas
detentores de ações preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito:
Deseja solicitar a eleição em separado de membro do conselho de administração, nos termos do
art. 141, § 4º, II, da Lei nº 6.404, de 1976? 20
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se
 Item 14 com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
14-A. [o acionista somente pode preencher este campo caso seja titular ininterruptamente das
ações com as quais vota durante os 3 meses imediatamente anteriores à realização da assembleia
geral]
Eleição em separado de membro do conselho de administração por acionistas detentores de ações
preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito:
Candidato 1
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 2
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Caso se verifique que nem os titulares de ações com direito a voto nem os titulares de ações
preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito perfizeram, respectivamente, o quórum

20 Caso o acionista opte por “não” ou “abster-se”, suas ações não serão computadas para fins de requerimento da eleição em
separado de membro do conselho de administração.
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exigido nos incisos I e II do § 4o
do art. 141 da Lei nº 6.404, de 1976, você deseja que seu voto
seja agregado aos votos das ações com direito a voto a fim de eleger para o conselho de
administração o candidato com o maior número de votos dentre todos aqueles que, constando
deste boletim de voto a distância, concorrerem à eleição em separado? 21
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se
 Item 14-A incluído pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
15. Deseja solicitar a instalação do conselho fiscal, nos termos do art. 161 da Lei nº 6.404, de 1976?
[ ] Sim [ ] Não
15. Deseja solicitar a instalação do conselho fiscal, nos termos do art. 161 da Lei nº 6.404, de
1976? 22
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se
 Item 15 com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
16-A. Eleição de membro do conselho fiscal, se a eleição for por chapa única:
Indicação de todos os nomes que compõem a chapa
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Caso um dos candidatos que compõem a chapa deixe de integrá-la para acomodar a eleição em
separado de que trata os arts. 161, § 4º, e 240 da Lei nº 6.404, de 1976, os votos correspondentes
às suas ações podem continuar sendo conferidos à chapa escolhida?
[ ] Sim [ ] Não23
16-A. Eleição de membro do conselho fiscal, se a eleição for por chapa única:
Indicação de todos os nomes que compõem a chapa
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se

21 Caso o acionista opte por “não” ou “abster-se”, suas ações não serão computadas para fins do requerimento conjunto de
eleição em separado de membro do conselho de administração.
22 Caso o acionista opte por “não” ou “abster-se”, suas ações não serão computadas para fins de requerimento de instalação
do conselho fiscal.
23 Caso o acionista opte por “não” e a chapa tiver sido alterada, seu voto deve ser computado como abstenção.
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Caso um dos candidatos que compõem a chapa deixe de integrá-la para acomodar a eleição em
separado de que trata os arts. 161, § 4º, e 240 da Lei nº 6.404, de 1976, os votos correspondentes
às suas ações podem continuar sendo conferidos à chapa escolhida? 24
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se
 Item 16-A com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
16-B. Eleição de membro do conselho fiscal, se há mais de uma chapa concorrendo:
Indicação de cada chapa e todos os nomes que a compõem
[ 1/2/3 ] Número da chapa escolhida [ ] Abster-se
Caso um dos candidatos que compõem a chapa deixe de integrá-la para acomodar a eleição em
separado de que trata os arts. 161, § 4º, e 240 da Lei nº 6.404, de 1976, os votos correspondentes
às suas ações podem continuar sendo conferidos à chapa escolhida?
[ ] Sim [ ] Não25
16-B. Eleição de membro do conselho fiscal, se há mais de uma chapa concorrendo:
Indicação de cada chapa e de todos os nomes que a compõem
[ ] Número da chapa escolhida [ ] Abster-se
Caso um dos candidatos que compõem a chapa deixe de integrá-la para acomodar a eleição em
separado de que trata os arts. 161, § 4º, e 240 da Lei nº 6.404, de 1976, os votos correspondentes
às suas ações podem continuar sendo conferidos à chapa escolhida? 26
[ ] Sim [ ] Não [ ] Abster-se
 Item 16-B com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
16-C. Eleição de membro do conselho fiscal, se a eleição não for por chapa (o acionista poderá indicar
tantos candidatos quanto for o número de vagas a serem preenchidas na eleição geral):
Candidato 1

24 Caso o acionista opte por “não” ou “abster-se” e a chapa tiver sido alterada, seu voto deve ser computado como abstenção
na respectiva deliberação da assembleia.
25 Caso o acionista opte por “não” e a chapa tiver sido alterada, seu voto deve ser computado como abstenção.
26 Caso o acionista opte por “não” ou “abster-se” e a chapa tiver sido alterada, seu voto deve ser computado como abstenção
na respectiva deliberação da assembleia.
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Rua Cincinato Braga, 340/2º, 3º e 4º Andares, Bela Vista, São Paulo/ SP – CEP: 01333-010 – Brasil – Tel.: (11) 2146-2000
SCN Q.02 – Bl. A – Ed. Corporate Financial Center, S.404/4º Andar, Brasília/DF – CEP: 70712-900 – Brasil -Tel.: (61) 3327-2030/2031
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[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 2
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 3
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
17. [o acionista somente pode preencher este campo caso tenha deixado o campo 16 em branco ]
Eleição em separado de membro do conselho fiscal por acionistas minoritários detentores de
ações ordinárias:
Candidato 1
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 2
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
17. [o acionista somente pode preencher este campo caso tenha deixado o campo 16 em branco]
Eleição em separado de membro do conselho fiscal por acionistas minoritários detentores de
ações com direito a voto:
Candidato 1
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 2
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
 Item 17 com redação dada pela Instrução CVM nº 594, de 20 de dezembro de 2017.
18. Eleição em separado de membro do conselho fiscal por acionistas detentores de ações
preferenciais sem direito a voto ou com voto restrito:
Candidato 1
[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
Candidato 2
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[ ] Aprovar [ ] Rejeitar [ ] Abster-se
 Anexo 21-F incluído pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
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ANEXO 21-L-I
INCLUSÃO DE CANDIDATOS NO BOLETIM DE VOTO A DISTÂNCIA
Capital social da companhia (R$) % de determinada espécie
de ações
X ≤ 500.000.000,00 2,5
500.000.000,00 < X ≤ 2.000.000.000,00 1,5
2.000.000.000,00 < X ≤ 10.000.000.000,00 1,0
10.000.000.000,00 < X 0,5
 Anexo 21-L-I incluído pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
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ANEXO 21-L-II
INCLUSÃO DE PROPOSTAS NO BOLETIM DE VOTO A DISTÂNCIA
Capital social da companhia (R$) % do capital social
X ≤ 500.000.000,00 5,0
500.000.000,00 < X ≤ 2.000.000.000,00 3,0
2.000.000.000,00 < X ≤ 10.000.000.000,00 2,0
10.000.000.000,00 < X 1,0
Anexo 21-L-II incluído pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
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ANEXO 21-M-II-d
INFORMAÇÕES DO ACIONISTA
1. Identificar as pessoas naturais ou jurídicas que solicitaram a inclusão da proposta, informando:
a. Nome;
b. Endereço eletrônico para comunicação com a companhia;
c. Desde quando é acionista da companhia;
d. Número e percentual de ações de cada espécie e classe de sua titularidade;
e. Número de ações tomadas em empréstimo; e
f. Exposição total em derivativos referenciados em ações da companhia.
 Anexo 21-M-II-d incluído pela Instrução CVM nº 561, de 7 de abril de 2015.
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ANEXO 23
PEDIDO DE PROCURAÇÃO
1. Informar o nome da companhia
2. Informar as matérias para as quais a procuração está sendo solicitada
3. Identificar as pessoas naturais ou jurídicas que promoveram, organizaram ou custearam o
pedido de procuração, ainda que parcialmente, informando:
a. Nome e endereço
b. Desde quando é acionista da companhia
c. Número e percentual de ações de cada espécie e classe de sua titularidade
d. Número de ações tomadas em empréstimo
e. Exposição total em derivativos referenciados em ações da companhia
f. Relações de natureza societária, empresarial ou familiar existentes ou mantidas nos últimos
3 anos com a companhia ou com partes relacionadas à companhia, conforme definidas
pelas regras contábeis que tratam desse assunto
4. Informar se qualquer das pessoas mencionadas no item 3, bem como qualquer de seus
controladores, controladas, sociedades sob controle comum ou coligadas tem interesse especial
na aprovação das matérias para as quais a procuração está sendo solicitada, descrevendo
detalhadamente a natureza e extensão do interesse em questão
5. Informar o custo estimado do pedido de procuração
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6. Informar se (a) a companhia custeou o pedido de procuração ou (b) se seus autores buscarão
ressarcimento de custos junto à companhia
7. Informar:
a. O endereço para o qual a procuração deve ser remetida depois de assinada; ou
b. Caso a companhia aceite procurações por meio de sistema na rede mundial de
computadores, as instruções para a outorga da procuração

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